terça-feira, 1 de maio de 2012
Curso prático de APH, 20 Horas/ São Paulo/ Maio
Curso prático de APH, 20 Horas/ São Paulo/ Maio
DIA 26 de Maio 2012
..
20 horas, sendo 10 horas presencial(90% prático)
Sabado. Inicio 8:00 horas
.
FORNECEMOS : Certificado e carteira de socorrista.
.
Procedimentos de resgate com uso do DEA.
.
Fornecemos Material para prática com o aluno, tais como: Manequins p/ R.C.P, ambu, colar cervical, ked, pranchas, desfibrilador(DEA)...
.
INFORMAÇÕES: Coord. Célio Gouveia: (011) 8011-2330 oi - 8794-0565 tim
.
Entrem na comunidade p/ saber sobre os cursos e cronograma.
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=95216821
.
http://grp-grupoderesgatepaulista.blogspot.com
.
Local: PHRÓNESIS SAÚDE- Rua Aureliano Coutinho, 149- 2° andar- Metrô Santa Cecilia
Prox. da SANTA CASA de São Paulo.
..
MATRICULAS: (011) 3825-4037
.
-----------------------------VAGAS LIMITADAS--------------------------
..
VALOR- R$ 100,00 a vista
..
http://phronesissaude.com/
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
CURSO DEA - Desfibrilador Externo Automático
CURSO DEA - Desfibrilador Externo Automático.
27 de Agosto de 2011 - 08h00 às 13h00
O Curso do DEA está de acordo com a Lei Municipal 13.945, NBR 14.608 da ABNT, e as Diretrizes da American Heart Association.
Manobras Atuais de Ressuscitação e Uso Adequado do DEA - Diretrizes RCP- 2010
01- Introdução - Normas Gerais do Curso
02- Aspectos Legais do Atendimento Pré-Hospitalar
03- Avaliação de Vítimas
04- Biossegurança e Avaliação da Cena de Emergência
05- Acidente Vascular Encefálico (AVE) (Derrame)
06- Infarto Agudo do Miocárdio
07- Dor Torácica Súbita (I.A.M) Angina Pectoris
08- Perda Súbita de Consciência (Desmaios)
09- Conceito de RCP / CAB
10- Técnicas de Reanimação Cardiopulmonar
11- Desobstrução de Vias Aéreas para Vítimas de Acordo com as Diretrizes American Heart Association
12- Emprego de DEA - Desfibrilador Externo Automático
13- Utilização de Manequins para RCP
14- Equipamentos de Proteção Individual para Reanimação
..
Investimento: R$ 70,00
..
Programação: 40% Teórico / 60% Prático
Público Alvo: Estudantes e Profissionais da Área da Saúde, Policiais, Atletas, Técnicos de Segurança do Trabalho, Bombeiro Civil, etc.
Fornecemos: Certificado e Carteira do DEA Trainee.
Dispomos para prática - KED, Manequins, Prancha, Colar Cervical, D.E.A.
..
PHRONESIS SAÚDE
Rua Aureliano Coutinho, 149 - 2º Andar - Metrô Santa Cecília
Tel.: (11) 3825-4037
Site: www.phronesissaude.com
27 de Agosto de 2011 - 08h00 às 13h00
O Curso do DEA está de acordo com a Lei Municipal 13.945, NBR 14.608 da ABNT, e as Diretrizes da American Heart Association.
Manobras Atuais de Ressuscitação e Uso Adequado do DEA - Diretrizes RCP- 2010
01- Introdução - Normas Gerais do Curso
02- Aspectos Legais do Atendimento Pré-Hospitalar
03- Avaliação de Vítimas
04- Biossegurança e Avaliação da Cena de Emergência
05- Acidente Vascular Encefálico (AVE) (Derrame)
06- Infarto Agudo do Miocárdio
07- Dor Torácica Súbita (I.A.M) Angina Pectoris
08- Perda Súbita de Consciência (Desmaios)
09- Conceito de RCP / CAB
10- Técnicas de Reanimação Cardiopulmonar
11- Desobstrução de Vias Aéreas para Vítimas de Acordo com as Diretrizes American Heart Association
12- Emprego de DEA - Desfibrilador Externo Automático
13- Utilização de Manequins para RCP
14- Equipamentos de Proteção Individual para Reanimação
..
Investimento: R$ 70,00
..
Programação: 40% Teórico / 60% Prático
Público Alvo: Estudantes e Profissionais da Área da Saúde, Policiais, Atletas, Técnicos de Segurança do Trabalho, Bombeiro Civil, etc.
Fornecemos: Certificado e Carteira do DEA Trainee.
Dispomos para prática - KED, Manequins, Prancha, Colar Cervical, D.E.A.
..
PHRONESIS SAÚDE
Rua Aureliano Coutinho, 149 - 2º Andar - Metrô Santa Cecília
Tel.: (11) 3825-4037
Site: www.phronesissaude.com
sábado, 2 de julho de 2011
Curso prático de APH, 20 Horas/ São Paulo//SETEMBRO
Curso prático de APH, 20 Horas/ São Paulo//SETEMBRO
..
DIA 10 de Setembro de 2011.
..
20 horas, sendo 10 horas presencial(90% prático)
Sabado. Inicio 8:00 horas
.
FORNECEMOS : Certificado e carteira de socorrista.
.
Procedimentos de resgate com uso do DEA.
.
Fornecemos Material para prática com o aluno, tais como: Manequins p/ R.C.P, ambu, colar cervical, ked, pranchas, desfibrilador(DEA)...
.
INFORMAÇÕES: Coord. Célio Gouveia: (011) 8011-2330 oi - 8794-0565 tim
.
Entrem na comunidade p/ saber sobre os cursos e cronograma.
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=95216821
.
http://grp-grupoderesgatepaulista.blogspot.com
.
Local: PHRÓNESIS SAÚDE- Rua Aureliano Coutinho, 149- 2° andar- Metrô Santa Cecilia
Prox. da SANTA CASA de São Paulo.
..
MATRICULAS: (011) 3825-4037
.
-----------------------------VAGAS LIMITADAS--------------------------
..
VALOR- R$ 100,00 a vista ou em 2x
..
DIA 10 de Setembro de 2011.
..
20 horas, sendo 10 horas presencial(90% prático)
Sabado. Inicio 8:00 horas
.
FORNECEMOS : Certificado e carteira de socorrista.
.
Procedimentos de resgate com uso do DEA.
.
Fornecemos Material para prática com o aluno, tais como: Manequins p/ R.C.P, ambu, colar cervical, ked, pranchas, desfibrilador(DEA)...
.
INFORMAÇÕES: Coord. Célio Gouveia: (011) 8011-2330 oi - 8794-0565 tim
.
Entrem na comunidade p/ saber sobre os cursos e cronograma.
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=95216821
.
http://grp-grupoderesgatepaulista.blogspot.com
.
Local: PHRÓNESIS SAÚDE- Rua Aureliano Coutinho, 149- 2° andar- Metrô Santa Cecilia
Prox. da SANTA CASA de São Paulo.
..
MATRICULAS: (011) 3825-4037
.
-----------------------------VAGAS LIMITADAS--------------------------
..
VALOR- R$ 100,00 a vista ou em 2x
Publicada em 22 de março, a Resolução N.º 375 do Cofen (Conselho Federal de Enfermagem) estabeleceu parâmetros até então não praticados pelos serviços
Publicada em 22 de março, a Resolução N.º 375 do Cofen (Conselho Federal de Enfermagem) estabeleceu parâmetros até então não praticados pelos serviços pré-hospitalares brasileiros e vem despertando dúvidas entre os profissionais. O texto traz itens conflitantes com as normas que regulam o sistema de urgência e emergência no Brasil.
A nova resolução prevê que a assistência de Enfermagem seja prestada somente pelo Enfermeiro e que técnicos e auxiliares de Enfermagem atuem apenas sob a supervisão direta do Enfermeiro. Por sua vez, a Portaria 2048/2002, do Ministério da Saúde, prevê que tal supervisão também pode se dar à distância.
O texto do Cofen também não reconhece a participação do condutor socorrista no atendimento, embora o Ministério da Saúde indique entre suas atribuições o "auxílio à equipe de saúde nos gestos básicos de suporte à vida".
Na prática, a Resolução N.º 375 conflita com o modelo atual de serviços públicos e privados de APH. Na Rede SAMU, por exemplo, das 1.691 ambulâncias em uso, 1.326 são do modelo básico e, assim, têm entre seus tripulantes apenas um técnico ou auxiliar de Enfermagem (que atua sob supervisão à distância do Enfermeiro) e um condutor (que também participa da assistência ao paciente).
A nova resolução prevê que a assistência de Enfermagem seja prestada somente pelo Enfermeiro e que técnicos e auxiliares de Enfermagem atuem apenas sob a supervisão direta do Enfermeiro. Por sua vez, a Portaria 2048/2002, do Ministério da Saúde, prevê que tal supervisão também pode se dar à distância.
O texto do Cofen também não reconhece a participação do condutor socorrista no atendimento, embora o Ministério da Saúde indique entre suas atribuições o "auxílio à equipe de saúde nos gestos básicos de suporte à vida".
Na prática, a Resolução N.º 375 conflita com o modelo atual de serviços públicos e privados de APH. Na Rede SAMU, por exemplo, das 1.691 ambulâncias em uso, 1.326 são do modelo básico e, assim, têm entre seus tripulantes apenas um técnico ou auxiliar de Enfermagem (que atua sob supervisão à distância do Enfermeiro) e um condutor (que também participa da assistência ao paciente).
A Câmara analisa o Projeto de Lei 854/11, do deputado Jonas Donizette (PSB-SP), que torna obrigatória a presença de profissional de saúde nas escolas
A Câmara analisa o Projeto de Lei 854/11, do deputado Jonas Donizette (PSB-SP), que torna obrigatória a presença de profissional de saúde nas escolas públicas e privadas. O profissional deve ser habilitado a prestar primeiros socorros, inclusive a alunos que exijam cuidados especiais em virtude de doenças como diabetes, epilepsia, asma, alergias, hemofilia, insuficiência renal e cardíaca.
As instituições que descumprirem a norma ficarão sujeitas a multas de R$ 20 mil a 90 mil. A proposta prevê que o poder público poderá alocar servidores dos quadros de seus órgãos de saúde.
Donizette argumenta que as crianças portadoras das doenças citadas no projeto têm necessidade de cuidados diários. Ele acrescenta que mesmo os alunos saudáveis têm esse direito. "As escolas têm responsabilidade sobre a criança enquanto ela está entregue à sua guarda", aponta.
Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania...
As instituições que descumprirem a norma ficarão sujeitas a multas de R$ 20 mil a 90 mil. A proposta prevê que o poder público poderá alocar servidores dos quadros de seus órgãos de saúde.
Donizette argumenta que as crianças portadoras das doenças citadas no projeto têm necessidade de cuidados diários. Ele acrescenta que mesmo os alunos saudáveis têm esse direito. "As escolas têm responsabilidade sobre a criança enquanto ela está entregue à sua guarda", aponta.
Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania...
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Em 30 anos, Brasil será um país "adulto e maduro", diz presidente do IBGE
Por Agência Brasil, Agência Brasil, Atualizado: 27/9/2010 16:04
Em 30 anos, Brasil será um país "adulto e maduro", diz presidente do IBGE
Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro- A redução da taxa de fecundidade para 1,94 filho por mulher; o envelhecimento da população, cuja expectativa de vida atualmente é de 73,1 anos; e a imigração de estrangeiros para o Brasil na última década podem fazer com que, em trinta anos, a população brasileira deixe de ser jovem e passe a ser considerada madura. A previsão é do presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eduardo Pereira Nunes, que apresentou hoje (27) dados preliminares do Censo 2010.
"Mantidas as condições atuais de fecundidade, de mortalidade e de movimento migratório [estrangeiros vindo morar no Brasil e de brasileiros saindo do país], o Brasil será um país adulto e maduro em 2040, quando a proporção da população envelhecida será muito elevada".
Embora o Brasil seja um país jovem, o Censo 2010 está mostrando que, nos últimos dez anos, o topo da pirâmide etária está se alargando. Entre 2000 e 2010 diminui de 65% para 58% o percentual de pessoas com até 34 anos. Entre os mais novos (com até 4 anos de idade) o índice caiu de 9,64% para 7,17%. Já no segmento dos mais velhos, brasileiros com 100 anos ou mais, o percentual não variou (0,01%), mas em números absolutos, a população idosa passou de 14 mil para 17 mil pessoas. "O Censo entrevistou 153 milhões de brasileiros. Faltam cerca de 40 milhões e já temos 17 mil com mais de 100 anos. Certamente, muitos mais serão identificadas com 95 anos ou mais", disse o presidente do IBGE.
Ainda não é possível afirmar quais os fatores que estão permitindo a essas pessoas viver mais. Porém, segundo Pereira Nunes, há indicativos de que estejam ligados à urbanização das cidades e ao "impacto do avanço da medicina", com destaque para as campanhas de vacinação infantil adotadas no país desde a década de 1960.
De acordo com o IBGE, cerca de 80% da população brasileira foram recenseadas desde 1º de agosto. O IBGE já somou, até agora, 153 milhões de pessoas, número que deve chegar a 192 milhões no final do processo. Foram visitados 57 milhões dos 58 milhões de domicílios no país.
O processo é mais lento na Região Norte, onde são grandes as distâncias e o trabalho de recenseamento da população indígena é mais trabalhoso. No Nordeste, o IBGE relata problemas com a estiagem, que dificulta o deslocamento dos pesquisadores que dependem da navegação fluvial. Na Paraíba e no Tocantins, por outro lado, a pesquisa deve terminar antes do prazo final, 31 de outubro.
Ainda segundo balanço divulgado nesta segunda-feira, cerca de 25 mil pessoas optaram por responder a pesquisa pela internet em vez de esperar a visita de um profissional do IBGE. O instituto também informou que voltará a pelo menos 600 mil domicílios para checar os dados apurados.
Edição: Vinicius Doria
Agência Brasil - Todos os direitos reservados.
Em 30 anos, Brasil será um país "adulto e maduro", diz presidente do IBGE
Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro- A redução da taxa de fecundidade para 1,94 filho por mulher; o envelhecimento da população, cuja expectativa de vida atualmente é de 73,1 anos; e a imigração de estrangeiros para o Brasil na última década podem fazer com que, em trinta anos, a população brasileira deixe de ser jovem e passe a ser considerada madura. A previsão é do presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eduardo Pereira Nunes, que apresentou hoje (27) dados preliminares do Censo 2010.
"Mantidas as condições atuais de fecundidade, de mortalidade e de movimento migratório [estrangeiros vindo morar no Brasil e de brasileiros saindo do país], o Brasil será um país adulto e maduro em 2040, quando a proporção da população envelhecida será muito elevada".
Embora o Brasil seja um país jovem, o Censo 2010 está mostrando que, nos últimos dez anos, o topo da pirâmide etária está se alargando. Entre 2000 e 2010 diminui de 65% para 58% o percentual de pessoas com até 34 anos. Entre os mais novos (com até 4 anos de idade) o índice caiu de 9,64% para 7,17%. Já no segmento dos mais velhos, brasileiros com 100 anos ou mais, o percentual não variou (0,01%), mas em números absolutos, a população idosa passou de 14 mil para 17 mil pessoas. "O Censo entrevistou 153 milhões de brasileiros. Faltam cerca de 40 milhões e já temos 17 mil com mais de 100 anos. Certamente, muitos mais serão identificadas com 95 anos ou mais", disse o presidente do IBGE.
Ainda não é possível afirmar quais os fatores que estão permitindo a essas pessoas viver mais. Porém, segundo Pereira Nunes, há indicativos de que estejam ligados à urbanização das cidades e ao "impacto do avanço da medicina", com destaque para as campanhas de vacinação infantil adotadas no país desde a década de 1960.
De acordo com o IBGE, cerca de 80% da população brasileira foram recenseadas desde 1º de agosto. O IBGE já somou, até agora, 153 milhões de pessoas, número que deve chegar a 192 milhões no final do processo. Foram visitados 57 milhões dos 58 milhões de domicílios no país.
O processo é mais lento na Região Norte, onde são grandes as distâncias e o trabalho de recenseamento da população indígena é mais trabalhoso. No Nordeste, o IBGE relata problemas com a estiagem, que dificulta o deslocamento dos pesquisadores que dependem da navegação fluvial. Na Paraíba e no Tocantins, por outro lado, a pesquisa deve terminar antes do prazo final, 31 de outubro.
Ainda segundo balanço divulgado nesta segunda-feira, cerca de 25 mil pessoas optaram por responder a pesquisa pela internet em vez de esperar a visita de um profissional do IBGE. O instituto também informou que voltará a pelo menos 600 mil domicílios para checar os dados apurados.
Edição: Vinicius Doria
Agência Brasil - Todos os direitos reservados.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Alterações no protocolo de atendimento RCP
Alterações no protocolo de atendimento RCP
Novos estudos constatam que a taxa de sobrevivência é três vezes maior em pessoas submetidas apenas a compressão torácica.
Compressão torácica é o procedimento mais adequado
São Paulo/SP - Novos estudos constatam que a taxa de sobrevivência é três vezes maior em pessoas submetidas apenas a compressão torácica. Tema será discutido no Simpósio de Emergências Cardiovasculares, em São Paulo, nos dias 30 e 31 de outubro.
O que era considerado um aliado no atendimento de emergência em caso de parada cardíaca, agora é visto como prejudicial. Estudos realizados nos Estados Unidos revelam que a massagem cardíaca sozinha é mais eficaz do que quando aliada à respiração boca a boca. E os cardiologistas vão além, a ressuscitação cardiopulmonar (RCP) atrapalha, principalmente nos dez primeiros minutos do atendimento.
Essa mudança de conduta faz parte das novas diretrizes da ILCOR (Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação), que passam a valer em 2010, no mundo todo. “Esses protocolos de atendimento são atualizados a cada cinco anos. Durante o Simpósio de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação vamos antecipar esse novo consenso internacional em emergência e ressuscitação. Todo o programa científico é baseado no detalhamento destas modificações”, revela Sérgio Timerman, presidente do evento e cardiologista da SOCESP.
O cardiologista explica que a compressão torácica deve ser realizada sem interrupções, principalmente nos dez primeiros minutos no processo de ressuscitação. “Quando a respiração boca a boca é adotada, automaticamente a massagem cardíaca é interrompida, já que o os dois procedimentos são intercalados”, explica Timerman.
Dois estudos realizados nos Estado Unidos corroboraram para o novo conceito. O primeiro, no Arizona, mostra que o índice de sobrevivência com alta hospitalar quando utilizado o método de ressuscitação com auxílio da respiração boca a boca foi de 9% e aumentou para 25% quando apenas a massagem cardíaca foi adotada. O segundo levantamento, feito em Kansas, Missouri, o percentual de sobrevivência saltou de 15% para 52%, quando a ventilação não foi usada. “A taxa de sobrevivência é, em média, três vezes maior nos pacientes submetidos a apenas a compressão torácica. Não há dúvidas que as novas diretrizes vão ajudar a salvar mais vidas”.
O Simpósio de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação - Antecipando as diretrizes 2010, promovido pela Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo – SOCESP, deve reunir mais de 500 profissionais de saúde, entre médicos, socorristas e enfermeiros. “95% das pessoas que sofrem um ataque cardíaco repentino morrem antes de chegar ao hospital. Para reverter esse número, é preciso treinamento e atualização constante dos profissionais de saúde. Por isso a importância do evento”, conclui Sérgio Timerman.
Novos estudos constatam que a taxa de sobrevivência é três vezes maior em pessoas submetidas apenas a compressão torácica.
Compressão torácica é o procedimento mais adequado
São Paulo/SP - Novos estudos constatam que a taxa de sobrevivência é três vezes maior em pessoas submetidas apenas a compressão torácica. Tema será discutido no Simpósio de Emergências Cardiovasculares, em São Paulo, nos dias 30 e 31 de outubro.
O que era considerado um aliado no atendimento de emergência em caso de parada cardíaca, agora é visto como prejudicial. Estudos realizados nos Estados Unidos revelam que a massagem cardíaca sozinha é mais eficaz do que quando aliada à respiração boca a boca. E os cardiologistas vão além, a ressuscitação cardiopulmonar (RCP) atrapalha, principalmente nos dez primeiros minutos do atendimento.
Essa mudança de conduta faz parte das novas diretrizes da ILCOR (Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação), que passam a valer em 2010, no mundo todo. “Esses protocolos de atendimento são atualizados a cada cinco anos. Durante o Simpósio de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação vamos antecipar esse novo consenso internacional em emergência e ressuscitação. Todo o programa científico é baseado no detalhamento destas modificações”, revela Sérgio Timerman, presidente do evento e cardiologista da SOCESP.
O cardiologista explica que a compressão torácica deve ser realizada sem interrupções, principalmente nos dez primeiros minutos no processo de ressuscitação. “Quando a respiração boca a boca é adotada, automaticamente a massagem cardíaca é interrompida, já que o os dois procedimentos são intercalados”, explica Timerman.
Dois estudos realizados nos Estado Unidos corroboraram para o novo conceito. O primeiro, no Arizona, mostra que o índice de sobrevivência com alta hospitalar quando utilizado o método de ressuscitação com auxílio da respiração boca a boca foi de 9% e aumentou para 25% quando apenas a massagem cardíaca foi adotada. O segundo levantamento, feito em Kansas, Missouri, o percentual de sobrevivência saltou de 15% para 52%, quando a ventilação não foi usada. “A taxa de sobrevivência é, em média, três vezes maior nos pacientes submetidos a apenas a compressão torácica. Não há dúvidas que as novas diretrizes vão ajudar a salvar mais vidas”.
O Simpósio de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação - Antecipando as diretrizes 2010, promovido pela Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo – SOCESP, deve reunir mais de 500 profissionais de saúde, entre médicos, socorristas e enfermeiros. “95% das pessoas que sofrem um ataque cardíaco repentino morrem antes de chegar ao hospital. Para reverter esse número, é preciso treinamento e atualização constante dos profissionais de saúde. Por isso a importância do evento”, conclui Sérgio Timerman.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
ALTERAÇÕES DO CRESCIMENTO CELULAR
ALTERAÇÕES DO CRESCIMENTO CELULAR
1 . ATROFIA: Atrofia é a redução no volume e na função de uma célula ou órgão. É resultante da resposta adaptativa de célula ao estresse persistente, que leva à redução de suas funções , com redução das nescessidades energéticas e conseqüente diminuição do volume. O estresse pode ser causado por insuficiência vasdcular, inflamação crônica ou desuso. Uma vez restaurada a normalidade, as células atróficas podem reassumir suas funções normais e retornar ao volume inicial.
Tipos de atrofia :Atrofia por desuso ou redução do trabalho ( imobilização de um membro por fratura óssea, por paralisia devida á falta de inervação ou por repouso prolongado no leito, determina atrofia muscular) , Atrofia por diminuição do suplemento sanguíneo ( isquemia parcial, devida a obstrução parcial de uma artéria), Atrofia fisiológica (Involução que se observa com estruturas e tecidos durante a vida e que devem desaparecer por ex. arcos branquiais ), Atrofia por insuficiência de nutrientes ( inanição) e Atrofia por compressão ( compressão de certos órgãos devido a coleções líquidas ou por outras estruturas).
2 . HIPERTROFIA: Hipertrofia é o aumento do volume das células de um órgão, o quem conduz consequentemente a aumento do volume do órgão como um todo. O aumento do volume do órgão é resultante do aumento da síntese protéica, com maior produção de componentes estruturais. Tipos de hipertrofia: Hipertrofia fisiológica ( p.ex., hipertrofia das células musculares de atletas e trabalhadores braçais, por aumento da exigência de trabalho) e Hipertrofia patológica (p.ex. bexiga pode sofrer hipertrofia por aumento de exigência de trabalho de sua musculatura lisa frente à hiperplasia da próstata)..
3. HIPERPLASIA: Hiperplasia é o aumento do número de células em um órgão, em consequência do aumento do número de divisões celulares com manutenção do seu padrão morfofuncional. Para ocorrer a hiperplasia, é nescessário um fluxo sanguíneo adequado e integridade da inervação e da estrutura morfofuncional das células. Alguns estímulos fisiológicos podem provocar hiperplasia como aparecem no decurso de uma reação inflamatória, de processos regenerativos, estímulos hormonais, estímulos de trabalho. A hiperplasia pode ocorrer por solicitação funcional exagerada ou aumento da atividade hormonal. Tipos de hiperplasia: Hiperplasia fisiológica ( or ex. aumento das mamas e do útero durante puberdade e gravidez) e Hiperplasia patológica .
4. METAPLASIA:Metaplasia é a transformação de um tipo de tecido totalmente e diferenciado para um outro tipo de tecido igualmente adulto e diferenciado. A metaplasia é reversível quando cessado o estímulo que a provocou. Tipos de metaplasia: Metaplasia do tipo epitelial que ocorre geralmente após irritação crônica por ex. transformação do ep.respiratório em pavimentoso estratificado por inalação de agentes irritantes e a Metaplasia mesenquimal cartilaginosa observada em cicatrizes, cápsula sinovial e pseudo-artroses e a Hiperplasia mesenquimal óssea que é observada em qualquer tecido ósseo onde haja depósito de cálcio ou sobre qualquer cartilagem.
5. DISPLASIA: Displasia é a organização anormal ou uma diferenciação desordernada de células ou tecido presente em um órgão. Lesão na qual parte da espessura do epitélio é substituída por células com graus variados de atipia. Considerada uma lesão pré-cancerosa. Manifesta-se por crescimento desordenado, variações (atípias) de forma, tamanho e orientação( polaridade). Muito freqüentes no colo do útero. Podem ser divididas em leve, moderada ou grave de acordo com o grau de atipia.O termo NIC (neoplasia intra-epitelial cervical) é usado para avaliação e tratamento de displasias do cervix uterino. Desta forma, poderemos ter NIC I, NIC II e NIC III.NIC I corresponde a displasia leve onde ocorre discerta alteração no terço superior do epitélio pavimentoso estratificado; NIC II ou carcinoma in situ corresponde a uma displasia moderara onde ocorre moderada alteração nos dois terços superiores do epitélio e NIC III corresponde a displasia severa onde ocorre alteração das 3 camadas do epitélio.
6. ANAPLASIA: Alteração irreversível da célula.Assume um crescimento desordenado, autônomo, com alterações de forma, tamanho, cromofilia, capacidade de multiplicação e invasão ( alterações das propriedades biológicas) e sem utilidade funcional para o organismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASILEIRO FILHO,G. BOGLIOLO Patologia geral, 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2006 .
KUMAR,V., COTRAN,R.S & ROBBINS,S.L. Patologia Básica. 5ªed. Rio de Janeiro:Ed.Guanabara Koogan, 2008
MONTENEGRO,M.R. PATOLOGIA Processos Gerais. 4 ed. Ed. Atheneu, São Paulo,2003 oogan,1998.
ROBBINS & COTRAN – Patologia: Bases Patológicas das Doenças, 7ª. Ed.Rio de Janeiro:Ed.Elsevier,2005.
INTERNET
Disponível em:
http://biblioteca.universia.net/html_bura/verColeccion/params/id/721.html
http;//www.webmd.com
http://www.bireme.br
1 . ATROFIA: Atrofia é a redução no volume e na função de uma célula ou órgão. É resultante da resposta adaptativa de célula ao estresse persistente, que leva à redução de suas funções , com redução das nescessidades energéticas e conseqüente diminuição do volume. O estresse pode ser causado por insuficiência vasdcular, inflamação crônica ou desuso. Uma vez restaurada a normalidade, as células atróficas podem reassumir suas funções normais e retornar ao volume inicial.
Tipos de atrofia :Atrofia por desuso ou redução do trabalho ( imobilização de um membro por fratura óssea, por paralisia devida á falta de inervação ou por repouso prolongado no leito, determina atrofia muscular) , Atrofia por diminuição do suplemento sanguíneo ( isquemia parcial, devida a obstrução parcial de uma artéria), Atrofia fisiológica (Involução que se observa com estruturas e tecidos durante a vida e que devem desaparecer por ex. arcos branquiais ), Atrofia por insuficiência de nutrientes ( inanição) e Atrofia por compressão ( compressão de certos órgãos devido a coleções líquidas ou por outras estruturas).
2 . HIPERTROFIA: Hipertrofia é o aumento do volume das células de um órgão, o quem conduz consequentemente a aumento do volume do órgão como um todo. O aumento do volume do órgão é resultante do aumento da síntese protéica, com maior produção de componentes estruturais. Tipos de hipertrofia: Hipertrofia fisiológica ( p.ex., hipertrofia das células musculares de atletas e trabalhadores braçais, por aumento da exigência de trabalho) e Hipertrofia patológica (p.ex. bexiga pode sofrer hipertrofia por aumento de exigência de trabalho de sua musculatura lisa frente à hiperplasia da próstata)..
3. HIPERPLASIA: Hiperplasia é o aumento do número de células em um órgão, em consequência do aumento do número de divisões celulares com manutenção do seu padrão morfofuncional. Para ocorrer a hiperplasia, é nescessário um fluxo sanguíneo adequado e integridade da inervação e da estrutura morfofuncional das células. Alguns estímulos fisiológicos podem provocar hiperplasia como aparecem no decurso de uma reação inflamatória, de processos regenerativos, estímulos hormonais, estímulos de trabalho. A hiperplasia pode ocorrer por solicitação funcional exagerada ou aumento da atividade hormonal. Tipos de hiperplasia: Hiperplasia fisiológica ( or ex. aumento das mamas e do útero durante puberdade e gravidez) e Hiperplasia patológica .
4. METAPLASIA:Metaplasia é a transformação de um tipo de tecido totalmente e diferenciado para um outro tipo de tecido igualmente adulto e diferenciado. A metaplasia é reversível quando cessado o estímulo que a provocou. Tipos de metaplasia: Metaplasia do tipo epitelial que ocorre geralmente após irritação crônica por ex. transformação do ep.respiratório em pavimentoso estratificado por inalação de agentes irritantes e a Metaplasia mesenquimal cartilaginosa observada em cicatrizes, cápsula sinovial e pseudo-artroses e a Hiperplasia mesenquimal óssea que é observada em qualquer tecido ósseo onde haja depósito de cálcio ou sobre qualquer cartilagem.
5. DISPLASIA: Displasia é a organização anormal ou uma diferenciação desordernada de células ou tecido presente em um órgão. Lesão na qual parte da espessura do epitélio é substituída por células com graus variados de atipia. Considerada uma lesão pré-cancerosa. Manifesta-se por crescimento desordenado, variações (atípias) de forma, tamanho e orientação( polaridade). Muito freqüentes no colo do útero. Podem ser divididas em leve, moderada ou grave de acordo com o grau de atipia.O termo NIC (neoplasia intra-epitelial cervical) é usado para avaliação e tratamento de displasias do cervix uterino. Desta forma, poderemos ter NIC I, NIC II e NIC III.NIC I corresponde a displasia leve onde ocorre discerta alteração no terço superior do epitélio pavimentoso estratificado; NIC II ou carcinoma in situ corresponde a uma displasia moderara onde ocorre moderada alteração nos dois terços superiores do epitélio e NIC III corresponde a displasia severa onde ocorre alteração das 3 camadas do epitélio.
6. ANAPLASIA: Alteração irreversível da célula.Assume um crescimento desordenado, autônomo, com alterações de forma, tamanho, cromofilia, capacidade de multiplicação e invasão ( alterações das propriedades biológicas) e sem utilidade funcional para o organismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASILEIRO FILHO,G. BOGLIOLO Patologia geral, 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2006 .
KUMAR,V., COTRAN,R.S & ROBBINS,S.L. Patologia Básica. 5ªed. Rio de Janeiro:Ed.Guanabara Koogan, 2008
MONTENEGRO,M.R. PATOLOGIA Processos Gerais. 4 ed. Ed. Atheneu, São Paulo,2003 oogan,1998.
ROBBINS & COTRAN – Patologia: Bases Patológicas das Doenças, 7ª. Ed.Rio de Janeiro:Ed.Elsevier,2005.
INTERNET
Disponível em:
http://biblioteca.universia.net/html_bura/verColeccion/params/id/721.html
http;//www.webmd.com
http://www.bireme.br
ESTUDO DOS DISTÚRBIOS DA CIRCULAÇÃO
ESTUDO DOS DISTÚRBIOS DA CIRCULAÇÃO
DISTÚRBIOS DA CIRCULAÇÃO
A circulação do sangue e a distribuição dos líquidos no organismo são feitas pela ação coordenada do coração, dos vasos sanguíneos e do sistema linfático.As artérias conduzem o sangue aos tecidos; na microcirculação ocorrem as trocas metabólicas; as veias retornam o sangue ao coração, que o movimenta continuamente; cabe aos vasos linfáticos o papel de reabsorver o excesso de líquidos filtrados na microcirculação.
1.EDEMA: É o acúmulo de líquido no intersticio , seja separando os elementos do tecido , seja ocupando cavidades serosas e dependências do interstício. Macroscópicamente , a área apresenta aumento de volume , coloração normal ou empalidecida e, à pressão localizada dá origem à uma depressão que desaparece lentamente.CAUSAS DO EDEMA
Na microcirculação ocorrem as trocas metabólicas. Os vasos aferentes e eferentes se integram por meio dos capilares que se anastomosam no tecido conjuntivo . O sangue passa das artérias para as arteríolas e das arteríolas para os capilares que se anastomosam entre si. Fatores que regulam o transporte de líquidos na microcirculação relacionam-se com a etiologia do edema. a diferença entre pressão hidrostática e pressão coloidosmótica movimenta os líquidos entre os vasos e o interstício. Quando a pressão hidrostática é maior do que a pressão oncótica dentro dos vasos, ocorre saída de líquidos dos vasos para o tecido; quando a situação se inverte, ocorre o contrário.Consideram-se 4 causas do edema: (1) Pressão hidrostática elevada; (2) Pressão oncótica reduzida; (3) obstrução da drenagem linfática e (4) retenção de sódio e água.
2. HIPEREMIA ( congestão ativa) : É a repleção sanguínea do leito capilar conseqüente á vasodilçatação arterial ou arteriolar.Causada por dilatação arteriolar com aumento do fluxo sanguíneo local. Pode ser fisiológica quando há nescessidade de maior irrigação, como ocorre no
exercício físico, na mucosa gastrintestnal durante a digestão, na pele em ambientes quentes. Pode ser patológica como nas inflamações.
3. CONGESTÃO ( Congestão passiva): É a repleção de sangue não oxigenado ou venoso no leito capilar. A congestão pode ser causada pela obstrução de uma veia (compressão do vaso, trombose etc.) ou por redução do retorno venoso ( ICC). Causada por redução da drenagem venosa, que provoca distensão das veias distais, vênulas e capilares. Processo passivo resultante do acúmulo de sangue não oxigenado ou venoso devido .→→ obstrução venosa local ou sistêmica resultante de edema ou ICC.A região torna-se de coloração vermelho-escura devido á alta concentração de hemoglobina desoxigenada.
4. HEMOSTASIA: Processo fisiológico envolvido com a fluidez do sangue e com controle de sangramento quando ocorre lesão vascular. Depende da integração de 3 componentes fundamentais →→ vasoconstrição da parede vascular, agregação das plaquetas e sistema de coagulação.
5. HEMORRAGIA: É a saída do sangue do espaço vascular ( vasos ou coração ) para o compartimento extra vascular (
cavidades ou interstício) ou para fora do organismo. Normalmente, o extravasamento de sangue de um vaso lesado é controlado pela hemostasia. O comprometimento da Hemostasia pode levar ao sangramento. As conseqüências das hemorragias dependem do volume de sangue perdido , da velocidade ou ritmo de perda do sangue e da localização da hemorragia. Denominações: As hemorragias são denominadas de acordo com a velocidade de perda de sangue em agudas ou crônicas. Classificações: As hemorragias são classificadas: (1) de acordo com a origem do sangue classificadas em cardíacas, arteriais, venosas e capilares; (2) De acordo com o destino do sangue classificadas em interna ( escoa para as cavidades internas do organismo), externa ( sai para meio externo ) e intersticial ( ocupa os espaços teciduais ) e (3) De acordo com a velocidade de saída do sangue :Agudas ou Crônicas. As hemorragias são denominadas; (a ) Hemorragias Interna: são denominadas com um prefixo HEMO ou HEMATO + um radical de localização anatômica
p.ex. hemoperitôneo , hemopericárdio e (b) Hemorragias Externas são denominadas por radical anatômico seguido de sufixo RRAGIA ,p.ex. enterorragia.
As Hemorragias externas podem ter denominações especiais : (1) epistaxe : hemorragia nasal; (2) hemoptise hemorragia pulmonar; (3) hematemese : vômito com sangue; (4) melena :: sangue nas fezes e (5) hemorragia por rexe; por ruptura da parede vascular ou coração, com saída de sangue em jato.As hemorragias intersticiais têm denominações próprias, tais como, petéquias ( são pontos hemorrágicos diminutos na pele), púrpuras são pontos hemorrágicos um pouco maiores (3 a 5 mm), equimose são manchas subcutâneas de sangue difuso no tecido ( 1 a 2 cm) ; espontânea ou traumática. Os eritrócitos são fagocitados e degradados pelos macrófagos ; a hemoglobina é convertida em bilirrubina ( azul-esverdeada) e depois em hemossiderina ( marrom-dourado) . Hematoma é
qualquer acúmulo de sangue coagulado.
6. PÚRPURAS HEMORRÁGICAS: Petéquias, Equimoses, Hematomas, Víbices
(manchas lineares em forma de vírgula ) podem estar presentes nas Doenças Hemorrágicas ou Diásteses Hemorrágicas. Neste caso constituem as chamadas Púrpuras Hemorrágicas.
7. TROMBOSE: Processo patológico caracterizado por solidificação do sangue dentro dos vasos ou coração, no indivíduo vivo. Trombose é o mecanismo de formação dos trombos. Tombos são massas sólidas ou semi-sólidas formadas durante a vida , dentro dos vasos , à partir dos constituintes do próprio sangue.
8. EMBOLIA: Embolia é o transporte , pelo sangue , de substâncias estranhas ( sólidas , líquidas ou gasosas ) , veiculadas pela circulação para pontos distantes do organismo. As substâncias transportadas são chamadas Êmbolos, p.ex. .Fragmentos de trombos , glóbulos de gordura, fragmentos de medula óssea , gases, bactérias etc, TIPOS DE EMBOLIA: (1) EMBOLIA GASOSA: Representada pela introdução de ar no sangue ex. pequenas bolhas.Esta relacionada com lesões vasculares , principalmente veias , traumatismo , cirurgia do tórax e pescoço e aborto.Pequenas bolhas podem coalescer e formar grandes bolhas e obstruir vasos do cérebro ou pulmões; (2) EMBOLIA GORDUROSA: Representada por glóbulos de gordura no sangue. Geralmente relacionada com fraturas extensas de ossos longos ; (3) EMBOLIA DA MEDULA ÓSSEA: Encontro de fragmentos de medula óssea caracterizados pela presença de gordura e cél. hematopoiéticas no sangue em casos de traumatismo ósseo. È frequente êmbolos pulmonares na medula óssea de pacientes que sofreram fratura de costela no decurso de ressuscitação cardiopulmonar.
9. TROMBOEMBOLISMO: Êmbolos venosos originados de trombos venosos ( exceto no sist. Porta ) são levados aos pulmões e causam embolia pulmonar, Êmbolos arteriais originados de trombos arteriais (coração ou grandes artérias ) são levados à grande circulação e se alojam no cérebro , intestinos , rins, baço e membros inferiores.
10. ISQUEMIA: Redução do fluxo de sangue em uma dada área. As causas da isquemeia incluem: (a) Diminuição da pressão entre artéria e veias (p.ex. estados de choque com redução da pressão arterial) e (b) Obstrução da luz vascular é a principal causa da isquemia → por compressão do vaso por tumores , hematomas, obstrução por espessamento da parede vascular, obstrução por trombos ou êmbolos.
11. CHOQUE :CHOQUE HIPOVOLÊMICO provocado pela súbita de grandes quantidades de líquidos do organismo ( sangramento, cirurgias, ruptura de vasos); (2) CHOQUE CARDIOGÊNICO provocado quando o coração se torna incapaz de bombear adequadamente o sangue ( destruição do miocárdio por infarto, arritmias cardíacas etc) ; (3) CHOQUE SÉPTICO provocado sobretudo por infecções por bactérias gram-negativas produtoras de endotoxinas e, menos frequentemente, por bactérias Gram-positivas, fungos e toxinas bacterianas; (4) CHOQUE NEUROGÊNICO na desregulação do tônus das artérias e veias, queda da resistência vascular periférica e redução do retorno venoso.e (5) CHOQUE ANAFILÁTICO.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASILEIRO FILHO,G. BOGLIOLO Patologia geral, 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2006 .
KUMAR,V., COTRAN,R.S & ROBBINS,S.L. Patologia Básica. 5ªed. Rio de Janeiro:Ed.Guanabara Koogan, 2008.
MONTENEGRO,M.R. PATOLOGIA Processos Gerais. 4 ed. Ed. Atheneu, São Paulo,2003 oogan,1998.
ROBBINS & COTRAN – Patologia: Bases Patológicas das Doenças, 7ª. Ed.Rio de Janeiro:Ed.Elsevier,2005.
INTERNET
Disponível em:
http://biblioteca.universia.net/html_bura/verColeccion/params/id/721.html
http;//www.webmd.com
http://www.bireme.br
DISTÚRBIOS DA CIRCULAÇÃO
A circulação do sangue e a distribuição dos líquidos no organismo são feitas pela ação coordenada do coração, dos vasos sanguíneos e do sistema linfático.As artérias conduzem o sangue aos tecidos; na microcirculação ocorrem as trocas metabólicas; as veias retornam o sangue ao coração, que o movimenta continuamente; cabe aos vasos linfáticos o papel de reabsorver o excesso de líquidos filtrados na microcirculação.
1.EDEMA: É o acúmulo de líquido no intersticio , seja separando os elementos do tecido , seja ocupando cavidades serosas e dependências do interstício. Macroscópicamente , a área apresenta aumento de volume , coloração normal ou empalidecida e, à pressão localizada dá origem à uma depressão que desaparece lentamente.CAUSAS DO EDEMA
Na microcirculação ocorrem as trocas metabólicas. Os vasos aferentes e eferentes se integram por meio dos capilares que se anastomosam no tecido conjuntivo . O sangue passa das artérias para as arteríolas e das arteríolas para os capilares que se anastomosam entre si. Fatores que regulam o transporte de líquidos na microcirculação relacionam-se com a etiologia do edema. a diferença entre pressão hidrostática e pressão coloidosmótica movimenta os líquidos entre os vasos e o interstício. Quando a pressão hidrostática é maior do que a pressão oncótica dentro dos vasos, ocorre saída de líquidos dos vasos para o tecido; quando a situação se inverte, ocorre o contrário.Consideram-se 4 causas do edema: (1) Pressão hidrostática elevada; (2) Pressão oncótica reduzida; (3) obstrução da drenagem linfática e (4) retenção de sódio e água.
2. HIPEREMIA ( congestão ativa) : É a repleção sanguínea do leito capilar conseqüente á vasodilçatação arterial ou arteriolar.Causada por dilatação arteriolar com aumento do fluxo sanguíneo local. Pode ser fisiológica quando há nescessidade de maior irrigação, como ocorre no
exercício físico, na mucosa gastrintestnal durante a digestão, na pele em ambientes quentes. Pode ser patológica como nas inflamações.
3. CONGESTÃO ( Congestão passiva): É a repleção de sangue não oxigenado ou venoso no leito capilar. A congestão pode ser causada pela obstrução de uma veia (compressão do vaso, trombose etc.) ou por redução do retorno venoso ( ICC). Causada por redução da drenagem venosa, que provoca distensão das veias distais, vênulas e capilares. Processo passivo resultante do acúmulo de sangue não oxigenado ou venoso devido .→→ obstrução venosa local ou sistêmica resultante de edema ou ICC.A região torna-se de coloração vermelho-escura devido á alta concentração de hemoglobina desoxigenada.
4. HEMOSTASIA: Processo fisiológico envolvido com a fluidez do sangue e com controle de sangramento quando ocorre lesão vascular. Depende da integração de 3 componentes fundamentais →→ vasoconstrição da parede vascular, agregação das plaquetas e sistema de coagulação.
5. HEMORRAGIA: É a saída do sangue do espaço vascular ( vasos ou coração ) para o compartimento extra vascular (
cavidades ou interstício) ou para fora do organismo. Normalmente, o extravasamento de sangue de um vaso lesado é controlado pela hemostasia. O comprometimento da Hemostasia pode levar ao sangramento. As conseqüências das hemorragias dependem do volume de sangue perdido , da velocidade ou ritmo de perda do sangue e da localização da hemorragia. Denominações: As hemorragias são denominadas de acordo com a velocidade de perda de sangue em agudas ou crônicas. Classificações: As hemorragias são classificadas: (1) de acordo com a origem do sangue classificadas em cardíacas, arteriais, venosas e capilares; (2) De acordo com o destino do sangue classificadas em interna ( escoa para as cavidades internas do organismo), externa ( sai para meio externo ) e intersticial ( ocupa os espaços teciduais ) e (3) De acordo com a velocidade de saída do sangue :Agudas ou Crônicas. As hemorragias são denominadas; (a ) Hemorragias Interna: são denominadas com um prefixo HEMO ou HEMATO + um radical de localização anatômica
p.ex. hemoperitôneo , hemopericárdio e (b) Hemorragias Externas são denominadas por radical anatômico seguido de sufixo RRAGIA ,p.ex. enterorragia.
As Hemorragias externas podem ter denominações especiais : (1) epistaxe : hemorragia nasal; (2) hemoptise hemorragia pulmonar; (3) hematemese : vômito com sangue; (4) melena :: sangue nas fezes e (5) hemorragia por rexe; por ruptura da parede vascular ou coração, com saída de sangue em jato.As hemorragias intersticiais têm denominações próprias, tais como, petéquias ( são pontos hemorrágicos diminutos na pele), púrpuras são pontos hemorrágicos um pouco maiores (3 a 5 mm), equimose são manchas subcutâneas de sangue difuso no tecido ( 1 a 2 cm) ; espontânea ou traumática. Os eritrócitos são fagocitados e degradados pelos macrófagos ; a hemoglobina é convertida em bilirrubina ( azul-esverdeada) e depois em hemossiderina ( marrom-dourado) . Hematoma é
qualquer acúmulo de sangue coagulado.
6. PÚRPURAS HEMORRÁGICAS: Petéquias, Equimoses, Hematomas, Víbices
(manchas lineares em forma de vírgula ) podem estar presentes nas Doenças Hemorrágicas ou Diásteses Hemorrágicas. Neste caso constituem as chamadas Púrpuras Hemorrágicas.
7. TROMBOSE: Processo patológico caracterizado por solidificação do sangue dentro dos vasos ou coração, no indivíduo vivo. Trombose é o mecanismo de formação dos trombos. Tombos são massas sólidas ou semi-sólidas formadas durante a vida , dentro dos vasos , à partir dos constituintes do próprio sangue.
8. EMBOLIA: Embolia é o transporte , pelo sangue , de substâncias estranhas ( sólidas , líquidas ou gasosas ) , veiculadas pela circulação para pontos distantes do organismo. As substâncias transportadas são chamadas Êmbolos, p.ex. .Fragmentos de trombos , glóbulos de gordura, fragmentos de medula óssea , gases, bactérias etc, TIPOS DE EMBOLIA: (1) EMBOLIA GASOSA: Representada pela introdução de ar no sangue ex. pequenas bolhas.Esta relacionada com lesões vasculares , principalmente veias , traumatismo , cirurgia do tórax e pescoço e aborto.Pequenas bolhas podem coalescer e formar grandes bolhas e obstruir vasos do cérebro ou pulmões; (2) EMBOLIA GORDUROSA: Representada por glóbulos de gordura no sangue. Geralmente relacionada com fraturas extensas de ossos longos ; (3) EMBOLIA DA MEDULA ÓSSEA: Encontro de fragmentos de medula óssea caracterizados pela presença de gordura e cél. hematopoiéticas no sangue em casos de traumatismo ósseo. È frequente êmbolos pulmonares na medula óssea de pacientes que sofreram fratura de costela no decurso de ressuscitação cardiopulmonar.
9. TROMBOEMBOLISMO: Êmbolos venosos originados de trombos venosos ( exceto no sist. Porta ) são levados aos pulmões e causam embolia pulmonar, Êmbolos arteriais originados de trombos arteriais (coração ou grandes artérias ) são levados à grande circulação e se alojam no cérebro , intestinos , rins, baço e membros inferiores.
10. ISQUEMIA: Redução do fluxo de sangue em uma dada área. As causas da isquemeia incluem: (a) Diminuição da pressão entre artéria e veias (p.ex. estados de choque com redução da pressão arterial) e (b) Obstrução da luz vascular é a principal causa da isquemia → por compressão do vaso por tumores , hematomas, obstrução por espessamento da parede vascular, obstrução por trombos ou êmbolos.
11. CHOQUE :CHOQUE HIPOVOLÊMICO provocado pela súbita de grandes quantidades de líquidos do organismo ( sangramento, cirurgias, ruptura de vasos); (2) CHOQUE CARDIOGÊNICO provocado quando o coração se torna incapaz de bombear adequadamente o sangue ( destruição do miocárdio por infarto, arritmias cardíacas etc) ; (3) CHOQUE SÉPTICO provocado sobretudo por infecções por bactérias gram-negativas produtoras de endotoxinas e, menos frequentemente, por bactérias Gram-positivas, fungos e toxinas bacterianas; (4) CHOQUE NEUROGÊNICO na desregulação do tônus das artérias e veias, queda da resistência vascular periférica e redução do retorno venoso.e (5) CHOQUE ANAFILÁTICO.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASILEIRO FILHO,G. BOGLIOLO Patologia geral, 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2006 .
KUMAR,V., COTRAN,R.S & ROBBINS,S.L. Patologia Básica. 5ªed. Rio de Janeiro:Ed.Guanabara Koogan, 2008.
MONTENEGRO,M.R. PATOLOGIA Processos Gerais. 4 ed. Ed. Atheneu, São Paulo,2003 oogan,1998.
ROBBINS & COTRAN – Patologia: Bases Patológicas das Doenças, 7ª. Ed.Rio de Janeiro:Ed.Elsevier,2005.
INTERNET
Disponível em:
http://biblioteca.universia.net/html_bura/verColeccion/params/id/721.html
http;//www.webmd.com
http://www.bireme.br
DIREITOS DOS PACIENTES E LEGISLAÇÃO
DIREITOS DOS PACIENTES E LEGISLAÇÃO
Em 17 de março de 1999, o Governador do Estado de São Paulo, Mário Covas, promulgou a Lei nº 10.241, de autoria do Deputado Roberto Gouveia, que "dispõe sobre os direitos dos usuários dos serviços e das ações de saúde no Estado e dá outras providências", cujo texto é seguinte1:
Artigo 1º – A prestação dos serviços e ações de saúde aos usuários de qualquer natureza ou condição, no âmbito do Estado de São Paulo , será universal e igualitária, nos termos do artigo 2º da Lei Complementar nº 791 de 9 de março de 1995.
Artigo 2º – São direitos dos usuários dos serviços de saúde no Estado de São Paulo:
I - ter um atendimento digno, atencioso e respeitoso;
II - ser identificado e tratado pelo seu nome ou sobrenome;}
III - não ser identificado ou tratado por:
a) números
b) códigos; ou
c) de modo genérico, desrespeitoso, ou preconceituoso;
IV - ter resguardado o segredo sobre seus dados pessoais, através da manutenção do sigilo profissional, desde que não acarrete riscos a terceiros ou à saúde pública;
V - poder identificar as pessoas responsáveis direta e indiretamente por sua assistência através de crachás visíveis , legíveis e que contenham:
a) nome completo;
b) função;
c) cargo; e
d) nome da instituição;
VI - receber informações claras, objetivas e compreensíveis sobre:
a) hipóteses diagnósticas;
b) diagnósticos realizados;
c) exames solicitados;
d) ações terapêuticas;
e) riscos, benefícios e inconvenientes das medidas diagnósticas e terapêuticas propostas;
f) duração prevista do tratamento proposto;
g) no caso de procedimentos de diagnósticos terapêuticos invasivos, a necessidade ou não de anestesia, o tipo de anestesia a ser aplicada, o instrumental a ser utilizado, as partes do corpo afetadas, os efeitos colaterais, os riscos e conseqüências indesejáveis e a duração esperada do procedimento.
h) exames e condutas a que será submetido;
i) a finalidade dos materiais coletados para exame;
j) alternativas de diagnósticos e terapêuticas existentes no serviço de atendimento ou em outros serviços: e
l) o que julgar necessário:
VII - consentir ou recusar de forma livre, voluntária e esclarecida, com adequada informação, procedimentos diagnósticos ou terapêuticos a serem nele realizados:
VIII - acessar, a qualquer momento, o seu prontuário médico, nos termos do artigo 3º da Lei Complementar nº 791 de 9 de março de 1995:
IX - receber por escrito o diagnóstico e o tratamento indicado, com a identificação do nome do profissional e o seu número de registro no órgão de regulamentação e controle da profissão:
X - vetado:
XI - receber as receitas:
a) com nome genérico das substâncias prescritas;
b) datilografadas ou em caligrafia legível;
c) sem a utilização de códigos ou abreviaturas;
d) com o nome do profissional e seu número de registro no órgão de controle e regulamentação da profissão; e
e) com assinatura do profissional:
XII - conhecer a procedência do sangue e dos hemoderivados e poder verificar, antes de recebê-los, os carimbos que atestaram a origem, sorologias efetuadas e prazo de validade:
XIII - ter anotado em seu prontuário, principalmente se inconsciente durante o atendimento:
a) todas as medicações com suas dosagens utilizadas; e
b) registro da qualidade de sangue recebida e dos dados que permitam identificar a sua origem, sorologias e prazo de validade;
XIV - ter assegurado durante as consultas, internações, procedimentos diagnósticos e terapêuticos e na satisfação de suas necessidades fisiológicas :
a) a sua integridade física;
b) a privacidade;
c) a individualidade:
d) o respeito aos seus valores éticos e culturais:
e) a confidencialidade de toda e qualquer informação pessoal; e
f) a segurança do procedimento;
XV - ser acompanhado, se assim o desejar, nas consultas e internações por pessoas por ele indicada;
XVI - ter a presença do pai aos exames pré-natais e no momento do parto;
XVII - vetado;
XVIII - receber do profissional adequado, presente no local, auxilio imediato e oportuno para a melhoria do conforto e bem estar:
XIX - ter um local digno e adequado para o atendimento;
XX - receber ou recusar assistência moral, psicológica, social ou religiosa;
XXI - ser prévia e expressamente informado quando o tratamento proposto for experimental ou fizer parte de pesquisa:
XXII - receber anestesia em todas as situações indicadas:
XXIII - recusar tratamentos dolorosos ou extraordinários para tentar prolongar a vida: e
XXIV - optar pelo local de morte.
& 1º - A criança ao ser internada terá em seu prontuário a relação das pessoas que poderão acompanhá-la integralmente durante o período de internação.
& 2º - A internação psiquiátrica observará o disposto na Seção III do Capítulo IV do Título I da segunda parte da Lei Complementar nº 791 de 9 de março de 1995.
Artigos 3º, 4º e 5º - vetados.
Publicamos a íntegra da Lei não só para conhecimento dos médicos paulistas, mas e principalmente, para estimular discussões e ações que levem à adoção de leis semelhantes em outros Estados e em nível Federal.
A nosso ver a Lei tem importância enorme, prática e didática. Alguns destaques são a seguir apresentados.
Os incisos I, II, III, IV e V do art. 2º afirmam direitos óbvios dos pacientes (que,a rigor, nem precisariam estar em um diploma legal, pela sua própria obviedade), mas que são freqüentemente desrespeitados.
Os incisos V e VI do artigo 2º dão força legal a dois dos itens mais importantes de qualquer discussão bioética atual: o direito do paciente ser esclarecido quanto a todos os aspectos de sua doença e, uma vez esclarecido, ter o direito de "consentir ou recusar, de forma livre, voluntária e esclarecida, procedimentos dignósticos e terapêuticos a serem nele realizados".
O inciso VIII do artigo 2º reafirma um direito já explicito na Constituição e no próprio Código de Ética Médica (mas nem por isso sempre respeitado): o paciente deve ter acesso livre aos dados contidos em seu prontuário médico.
O inciso XI do artigo 2º estabelece alguns requisitos para as receitas médicas: a obrigatoriedade (óbvia, novamente) de serem redigidas de forma legível, sem a utilização de abreviaturas (freqüentemente crípticas) e com o nome, registro profissional e a assinatura de quem as emitiu; além disso enfatiza a necessidade de que delas conste o nome genérico das substâncias prescritas.
O respeito à privacidade e individualidade dos pacientes é ressaltado no inciso XIV do artigo 2º, enquanto os incisos XV e XVI firmam um dos direitos dos pacientes mais habitualmente desrespeitado: o de terem acompanhamento de pessoas queridas nas consultas, internações, e por ocasião de consultas pré-natais e do parto.
Em nossa opinião, dois dos mais importantes tópicos da Lei estão nos incisos XXIII e XXIV. Ao estatuir, com clareza, que o paciente tem o direito de recusar tratamentos dolorosos ou extraordinários para prolongar a vida e que tem, ainda, o direito de optar pelo local da morte, oferece-se respaldo legal aos médicos que acreditam que em alguns pacientes terminais, e com a concordância dos mesmos ou de quem responda por eles, a não introdução ou a interrupção de medidas para o prolongamento da vida é a conduta ética a ser adotada.
Existe hoje, no meio médico, o medo de processo judicial por omissão de socorro. No Código Penal vigente, que data de 1940, o artigo 135 conceitua o crime de omissão de socorro como: "Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança abandonada ou extraviada, ou a pessoas inválida ou ferida, ao desamparo, ou em grave e iminente perigo; ou não pedir nestes casos o socorro da autoridade pública". Alguns juristas e muitos médicos entendem que não utilizar sempre todos os meios disponíveis para o tratamento, em qualquer circunstância, constituiria omissão de socorro. Partindo da premissa de que o paciente terminal está em processo inexorável de morte, não há como "salvá-lo" para a vida. A lei deixa as coisas bem claras2.
Finalmente, situações particulares de crianças e de pacientes psiquiátricos são tratadas nos parágrafos 1º e 2º do inciso XXIV, ressaltando-se - mais uma vez- que crianças têm o direito a acompanhamento durante todo o período de internação.
A Lei 10.241 não traz inovações éticas. Entretanto, com clareza e em linguagem adequada, regula vários aspectos do exercício profissional. Alguns são tão evidentes que parece até desproposital terem sido incluídos em Lei; outros, ainda controvertidos, encontram na Lei um esclarecimento muito necessário.
Referências
1. Lei nº 10241. Diário Oficial do Estado, São Paulo, 18 de março de 1999
Em 17 de março de 1999, o Governador do Estado de São Paulo, Mário Covas, promulgou a Lei nº 10.241, de autoria do Deputado Roberto Gouveia, que "dispõe sobre os direitos dos usuários dos serviços e das ações de saúde no Estado e dá outras providências", cujo texto é seguinte1:
Artigo 1º – A prestação dos serviços e ações de saúde aos usuários de qualquer natureza ou condição, no âmbito do Estado de São Paulo , será universal e igualitária, nos termos do artigo 2º da Lei Complementar nº 791 de 9 de março de 1995.
Artigo 2º – São direitos dos usuários dos serviços de saúde no Estado de São Paulo:
I - ter um atendimento digno, atencioso e respeitoso;
II - ser identificado e tratado pelo seu nome ou sobrenome;}
III - não ser identificado ou tratado por:
a) números
b) códigos; ou
c) de modo genérico, desrespeitoso, ou preconceituoso;
IV - ter resguardado o segredo sobre seus dados pessoais, através da manutenção do sigilo profissional, desde que não acarrete riscos a terceiros ou à saúde pública;
V - poder identificar as pessoas responsáveis direta e indiretamente por sua assistência através de crachás visíveis , legíveis e que contenham:
a) nome completo;
b) função;
c) cargo; e
d) nome da instituição;
VI - receber informações claras, objetivas e compreensíveis sobre:
a) hipóteses diagnósticas;
b) diagnósticos realizados;
c) exames solicitados;
d) ações terapêuticas;
e) riscos, benefícios e inconvenientes das medidas diagnósticas e terapêuticas propostas;
f) duração prevista do tratamento proposto;
g) no caso de procedimentos de diagnósticos terapêuticos invasivos, a necessidade ou não de anestesia, o tipo de anestesia a ser aplicada, o instrumental a ser utilizado, as partes do corpo afetadas, os efeitos colaterais, os riscos e conseqüências indesejáveis e a duração esperada do procedimento.
h) exames e condutas a que será submetido;
i) a finalidade dos materiais coletados para exame;
j) alternativas de diagnósticos e terapêuticas existentes no serviço de atendimento ou em outros serviços: e
l) o que julgar necessário:
VII - consentir ou recusar de forma livre, voluntária e esclarecida, com adequada informação, procedimentos diagnósticos ou terapêuticos a serem nele realizados:
VIII - acessar, a qualquer momento, o seu prontuário médico, nos termos do artigo 3º da Lei Complementar nº 791 de 9 de março de 1995:
IX - receber por escrito o diagnóstico e o tratamento indicado, com a identificação do nome do profissional e o seu número de registro no órgão de regulamentação e controle da profissão:
X - vetado:
XI - receber as receitas:
a) com nome genérico das substâncias prescritas;
b) datilografadas ou em caligrafia legível;
c) sem a utilização de códigos ou abreviaturas;
d) com o nome do profissional e seu número de registro no órgão de controle e regulamentação da profissão; e
e) com assinatura do profissional:
XII - conhecer a procedência do sangue e dos hemoderivados e poder verificar, antes de recebê-los, os carimbos que atestaram a origem, sorologias efetuadas e prazo de validade:
XIII - ter anotado em seu prontuário, principalmente se inconsciente durante o atendimento:
a) todas as medicações com suas dosagens utilizadas; e
b) registro da qualidade de sangue recebida e dos dados que permitam identificar a sua origem, sorologias e prazo de validade;
XIV - ter assegurado durante as consultas, internações, procedimentos diagnósticos e terapêuticos e na satisfação de suas necessidades fisiológicas :
a) a sua integridade física;
b) a privacidade;
c) a individualidade:
d) o respeito aos seus valores éticos e culturais:
e) a confidencialidade de toda e qualquer informação pessoal; e
f) a segurança do procedimento;
XV - ser acompanhado, se assim o desejar, nas consultas e internações por pessoas por ele indicada;
XVI - ter a presença do pai aos exames pré-natais e no momento do parto;
XVII - vetado;
XVIII - receber do profissional adequado, presente no local, auxilio imediato e oportuno para a melhoria do conforto e bem estar:
XIX - ter um local digno e adequado para o atendimento;
XX - receber ou recusar assistência moral, psicológica, social ou religiosa;
XXI - ser prévia e expressamente informado quando o tratamento proposto for experimental ou fizer parte de pesquisa:
XXII - receber anestesia em todas as situações indicadas:
XXIII - recusar tratamentos dolorosos ou extraordinários para tentar prolongar a vida: e
XXIV - optar pelo local de morte.
& 1º - A criança ao ser internada terá em seu prontuário a relação das pessoas que poderão acompanhá-la integralmente durante o período de internação.
& 2º - A internação psiquiátrica observará o disposto na Seção III do Capítulo IV do Título I da segunda parte da Lei Complementar nº 791 de 9 de março de 1995.
Artigos 3º, 4º e 5º - vetados.
Publicamos a íntegra da Lei não só para conhecimento dos médicos paulistas, mas e principalmente, para estimular discussões e ações que levem à adoção de leis semelhantes em outros Estados e em nível Federal.
A nosso ver a Lei tem importância enorme, prática e didática. Alguns destaques são a seguir apresentados.
Os incisos I, II, III, IV e V do art. 2º afirmam direitos óbvios dos pacientes (que,a rigor, nem precisariam estar em um diploma legal, pela sua própria obviedade), mas que são freqüentemente desrespeitados.
Os incisos V e VI do artigo 2º dão força legal a dois dos itens mais importantes de qualquer discussão bioética atual: o direito do paciente ser esclarecido quanto a todos os aspectos de sua doença e, uma vez esclarecido, ter o direito de "consentir ou recusar, de forma livre, voluntária e esclarecida, procedimentos dignósticos e terapêuticos a serem nele realizados".
O inciso VIII do artigo 2º reafirma um direito já explicito na Constituição e no próprio Código de Ética Médica (mas nem por isso sempre respeitado): o paciente deve ter acesso livre aos dados contidos em seu prontuário médico.
O inciso XI do artigo 2º estabelece alguns requisitos para as receitas médicas: a obrigatoriedade (óbvia, novamente) de serem redigidas de forma legível, sem a utilização de abreviaturas (freqüentemente crípticas) e com o nome, registro profissional e a assinatura de quem as emitiu; além disso enfatiza a necessidade de que delas conste o nome genérico das substâncias prescritas.
O respeito à privacidade e individualidade dos pacientes é ressaltado no inciso XIV do artigo 2º, enquanto os incisos XV e XVI firmam um dos direitos dos pacientes mais habitualmente desrespeitado: o de terem acompanhamento de pessoas queridas nas consultas, internações, e por ocasião de consultas pré-natais e do parto.
Em nossa opinião, dois dos mais importantes tópicos da Lei estão nos incisos XXIII e XXIV. Ao estatuir, com clareza, que o paciente tem o direito de recusar tratamentos dolorosos ou extraordinários para prolongar a vida e que tem, ainda, o direito de optar pelo local da morte, oferece-se respaldo legal aos médicos que acreditam que em alguns pacientes terminais, e com a concordância dos mesmos ou de quem responda por eles, a não introdução ou a interrupção de medidas para o prolongamento da vida é a conduta ética a ser adotada.
Existe hoje, no meio médico, o medo de processo judicial por omissão de socorro. No Código Penal vigente, que data de 1940, o artigo 135 conceitua o crime de omissão de socorro como: "Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança abandonada ou extraviada, ou a pessoas inválida ou ferida, ao desamparo, ou em grave e iminente perigo; ou não pedir nestes casos o socorro da autoridade pública". Alguns juristas e muitos médicos entendem que não utilizar sempre todos os meios disponíveis para o tratamento, em qualquer circunstância, constituiria omissão de socorro. Partindo da premissa de que o paciente terminal está em processo inexorável de morte, não há como "salvá-lo" para a vida. A lei deixa as coisas bem claras2.
Finalmente, situações particulares de crianças e de pacientes psiquiátricos são tratadas nos parágrafos 1º e 2º do inciso XXIV, ressaltando-se - mais uma vez- que crianças têm o direito a acompanhamento durante todo o período de internação.
A Lei 10.241 não traz inovações éticas. Entretanto, com clareza e em linguagem adequada, regula vários aspectos do exercício profissional. Alguns são tão evidentes que parece até desproposital terem sido incluídos em Lei; outros, ainda controvertidos, encontram na Lei um esclarecimento muito necessário.
Referências
1. Lei nº 10241. Diário Oficial do Estado, São Paulo, 18 de março de 1999
sábado, 6 de março de 2010
Curso Prático de APH- 40 horas, São Paulo
06.089.426./0001-40
EQUIPE MÉDICA DE TREINAMENTO ESPECIALIZADO
Rua Brigadeiro Gama Barcelos, 326- jardim aeroporto - São Paulo/SP
(011) 5031-4316 (011) 8011-2330
COORDENAÇÃO GERAL: Prof. DR. MARCOS LOMBA ( CREMERJ: 52-34020-2 )
COORD. LOCAL: Prof. PSI. Célio Gouveia (instrutor) Bombeiro civil
OBJETIVO: capacitar indivíduos a dar suporte de emergência a vitimas e acidentes.
PROGRAMAÇÃO: ( 40% TEÓRICO / 60% PRÁTICO ) CARGA HORÁRIA: 40HS
1. CHEGADA AO LOCAL DO ACIDENTE
2. ÁNALISE DE RISCOS
3. NEUTRALIZAÇÃO DE RISCOS, REMOSÃO DE BARREIRAS
4. ANALISE PRIMÁRIA E SECUNDÁRIA NA VITIMA
5. ROLAMENTO 90º, 180º, 270º ( REALIMENTO DA VÍTIMA)
6. RECUPERACAO CARDIORESPIRATORIA (MASSAGEM CARDIACA / VENTILACAO)
7. VENTILAÇÃO MECÂNICA ( RESPIRAÇÃO BOCA A BOCA E USO DE AMBU )
8. BIOSSEGURANÇA ( NÃO CONTATO C/ SALIVA, SANGUE OU AR NOS PROCEDIMENTOS )
9. AFOGAMENTOS ( S.A.R.A – SUPORTE ÀGIL PARA RECUPERAÇÃO DE AFOGADOS )
10. QUEIMADURAS: ( PROCEDIMENTOS EMERGÊNCIAIS EM 1º / 2º / 3º / 4º GRAUS )
11. REMOÇÃO DA VITÍMA
12. USO PRANCHA / KED / COLAR CERVICAL
13. HEMOSTASIA – TÉCNICAS PARA ESTANCAMENTO HEMORRÁGICO
14. TRAUMATISMOS / FRATURAS
15. TÉCNICAS DE IMOBILIZAÇÃO C/ CONFECÇÃO DE TALA ( PRÁTICA INDIVIDUAL)
16. DESOBSTRUÇÃO DAS VIAS AÉREAS
17. MANOBRA DE HEIMLICH
18. DESFIBRILAÇÃO EXTERNA AUTOMÁTICA ( TEORIA E PRÁTICA COM D.E.A )
19. PERFURAÇÃO PULMONAR ( PNEUMOTÓRAX / CURATIVO DE 3 PONTOS )
20. CHAVE DE RAUTECK
21. SIMULAÇÃO PRÁTICA / PROVA TEÓRICA
OUTROS ASSUNTOS: DESMAIOS SUBITOS, ANGINA NO PEITO, INFARTO DO MIOCARDIO,
DENTRE OUTROS.
FORNECEMOS: APOSTILA, CERTIFICADO, MINI BAG E CARTEIRA DE SOCORRISTA TRAINEE.
PUBLICO ALVO: PROFESSORES, PROFISSIONAIS DA AREA DE SAUDE, POLICIAIS, ATLETAS, BOMBEIROS, TECNICOS DE SEG. DO TRABALHO E TODOS COM ESPIRITO DE SOLIDARIEDADE.
Custo: INSCRIÇÃO: R$ 40,00 + 5x 38,00 ou R$ 40,00 + 2x 84,00
A vista R$ 200,00
FORMA DE PAGAMENTO: BOLETO BANCÁRIO /CHEQUE / CASH
CONSIDERACOES GERAIS: A UNIVERSAL EMERGENCY GROUP FORNECERA MATERIAL PARA A PRATICA, TAIS COMO: KED, MANEQUINS, PRANCHA, COLAR CERVICAL, DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMATICO ENTRE OUTROS.
LOCAL: ISJ- Escola de enfermagem São Jose- Rua Martinico Prado, 85- vl. Buarque/SP--- em frente a santa casa de São Paulo (centro)
DATA: 08 e 09 de maio 2010
EQUIPE MÉDICA DE TREINAMENTO ESPECIALIZADO
Rua Brigadeiro Gama Barcelos, 326- jardim aeroporto - São Paulo/SP
(011) 5031-4316 (011) 8011-2330
COORDENAÇÃO GERAL: Prof. DR. MARCOS LOMBA ( CREMERJ: 52-34020-2 )
COORD. LOCAL: Prof. PSI. Célio Gouveia (instrutor) Bombeiro civil
OBJETIVO: capacitar indivíduos a dar suporte de emergência a vitimas e acidentes.
PROGRAMAÇÃO: ( 40% TEÓRICO / 60% PRÁTICO ) CARGA HORÁRIA: 40HS
1. CHEGADA AO LOCAL DO ACIDENTE
2. ÁNALISE DE RISCOS
3. NEUTRALIZAÇÃO DE RISCOS, REMOSÃO DE BARREIRAS
4. ANALISE PRIMÁRIA E SECUNDÁRIA NA VITIMA
5. ROLAMENTO 90º, 180º, 270º ( REALIMENTO DA VÍTIMA)
6. RECUPERACAO CARDIORESPIRATORIA (MASSAGEM CARDIACA / VENTILACAO)
7. VENTILAÇÃO MECÂNICA ( RESPIRAÇÃO BOCA A BOCA E USO DE AMBU )
8. BIOSSEGURANÇA ( NÃO CONTATO C/ SALIVA, SANGUE OU AR NOS PROCEDIMENTOS )
9. AFOGAMENTOS ( S.A.R.A – SUPORTE ÀGIL PARA RECUPERAÇÃO DE AFOGADOS )
10. QUEIMADURAS: ( PROCEDIMENTOS EMERGÊNCIAIS EM 1º / 2º / 3º / 4º GRAUS )
11. REMOÇÃO DA VITÍMA
12. USO PRANCHA / KED / COLAR CERVICAL
13. HEMOSTASIA – TÉCNICAS PARA ESTANCAMENTO HEMORRÁGICO
14. TRAUMATISMOS / FRATURAS
15. TÉCNICAS DE IMOBILIZAÇÃO C/ CONFECÇÃO DE TALA ( PRÁTICA INDIVIDUAL)
16. DESOBSTRUÇÃO DAS VIAS AÉREAS
17. MANOBRA DE HEIMLICH
18. DESFIBRILAÇÃO EXTERNA AUTOMÁTICA ( TEORIA E PRÁTICA COM D.E.A )
19. PERFURAÇÃO PULMONAR ( PNEUMOTÓRAX / CURATIVO DE 3 PONTOS )
20. CHAVE DE RAUTECK
21. SIMULAÇÃO PRÁTICA / PROVA TEÓRICA
OUTROS ASSUNTOS: DESMAIOS SUBITOS, ANGINA NO PEITO, INFARTO DO MIOCARDIO,
DENTRE OUTROS.
FORNECEMOS: APOSTILA, CERTIFICADO, MINI BAG E CARTEIRA DE SOCORRISTA TRAINEE.
PUBLICO ALVO: PROFESSORES, PROFISSIONAIS DA AREA DE SAUDE, POLICIAIS, ATLETAS, BOMBEIROS, TECNICOS DE SEG. DO TRABALHO E TODOS COM ESPIRITO DE SOLIDARIEDADE.
Custo: INSCRIÇÃO: R$ 40,00 + 5x 38,00 ou R$ 40,00 + 2x 84,00
A vista R$ 200,00
FORMA DE PAGAMENTO: BOLETO BANCÁRIO /CHEQUE / CASH
CONSIDERACOES GERAIS: A UNIVERSAL EMERGENCY GROUP FORNECERA MATERIAL PARA A PRATICA, TAIS COMO: KED, MANEQUINS, PRANCHA, COLAR CERVICAL, DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMATICO ENTRE OUTROS.
LOCAL: ISJ- Escola de enfermagem São Jose- Rua Martinico Prado, 85- vl. Buarque/SP--- em frente a santa casa de São Paulo (centro)
DATA: 08 e 09 de maio 2010
Saúde: Ventilação é prejudicial em caso de parada cardíaca, dizem cardiologistas
Compressão torácica é o procedimento mais adequado
São Paulo/SP - Novos estudos constatam que a taxa de sobrevivência é três vezes maior em pessoas submetidas apenas a compressão torácica. Tema será discutido no Simpósio de Emergências Cardiovasculares, em São Paulo, nos dias 30 e 31 de outubro.
O que era considerado um aliado no atendimento de emergência em caso de parada cardíaca, agora é visto como prejudicial. Estudos realizados nos Estados Unidos revelam que a massagem cardíaca sozinha é mais eficaz do que quando aliada à respiração boca a boca. E os cardiologistas vão além, a ressuscitação cardiopulmonar (RCP) atrapalha, principalmente nos dez primeiros minutos do atendimento.
Essa mudança de conduta faz parte das novas diretrizes da ILCOR (Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação) , que passam a valer em 2010, no mundo todo. “Esses protocolos de atendimento são atualizados a cada cinco anos. Durante o Simpósio de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação vamos antecipar esse novo consenso internacional em emergência e ressuscitação. Todo o programa científico é baseado no detalhamento destas modificações”, revela Sérgio Timerman, presidente do evento e cardiologista da SOCESP.
O cardiologista explica que a compressão torácica deve ser realizada sem interrupções, principalmente nos dez primeiros minutos no processo de ressuscitação. “Quando a respiração boca a boca é adotada, automaticamente a massagem cardíaca é interrompida, já que o os dois procedimentos são intercalados” , explica Timerman.
Dois estudos realizados nos Estado Unidos corroboraram para o novo conceito. O primeiro, no Arizona, mostra que o índice de sobrevivência com alta hospitalar quando utilizado o método de ressuscitação com auxílio da respiração boca a boca foi de 9% e aumentou para 25% quando apenas a massagem cardíaca foi adotada. O segundo levantamento, feito em Kansas, Missouri, o percentual de sobrevivência saltou de 15% para 52%, quando a ventilação não foi usada. “A taxa de sobrevivência é, em média, três vezes maior nos pacientes submetidos a apenas a compressão torácica. Não há dúvidas que as novas diretrizes vão ajudar a salvar mais vidas”.
O Simpósio de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação - Antecipando as diretrizes 2010, promovido pela Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo – SOCESP, deve reunir mais de 500 profissionais de saúde, entre médicos, socorristas e enfermeiros. “95% das pessoas que sofrem um ataque cardíaco repentino morrem antes de chegar ao hospital. Para reverter esse número, é preciso treinamento e atualização constante dos profissionais de saúde. Por isso a importância do evento”, conclui Sérgio Timerman.
Fonte: DOC Press Comunicação
Foto: Arquivo Revista Emergência
São Paulo/SP - Novos estudos constatam que a taxa de sobrevivência é três vezes maior em pessoas submetidas apenas a compressão torácica. Tema será discutido no Simpósio de Emergências Cardiovasculares, em São Paulo, nos dias 30 e 31 de outubro.
O que era considerado um aliado no atendimento de emergência em caso de parada cardíaca, agora é visto como prejudicial. Estudos realizados nos Estados Unidos revelam que a massagem cardíaca sozinha é mais eficaz do que quando aliada à respiração boca a boca. E os cardiologistas vão além, a ressuscitação cardiopulmonar (RCP) atrapalha, principalmente nos dez primeiros minutos do atendimento.
Essa mudança de conduta faz parte das novas diretrizes da ILCOR (Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação) , que passam a valer em 2010, no mundo todo. “Esses protocolos de atendimento são atualizados a cada cinco anos. Durante o Simpósio de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação vamos antecipar esse novo consenso internacional em emergência e ressuscitação. Todo o programa científico é baseado no detalhamento destas modificações”, revela Sérgio Timerman, presidente do evento e cardiologista da SOCESP.
O cardiologista explica que a compressão torácica deve ser realizada sem interrupções, principalmente nos dez primeiros minutos no processo de ressuscitação. “Quando a respiração boca a boca é adotada, automaticamente a massagem cardíaca é interrompida, já que o os dois procedimentos são intercalados” , explica Timerman.
Dois estudos realizados nos Estado Unidos corroboraram para o novo conceito. O primeiro, no Arizona, mostra que o índice de sobrevivência com alta hospitalar quando utilizado o método de ressuscitação com auxílio da respiração boca a boca foi de 9% e aumentou para 25% quando apenas a massagem cardíaca foi adotada. O segundo levantamento, feito em Kansas, Missouri, o percentual de sobrevivência saltou de 15% para 52%, quando a ventilação não foi usada. “A taxa de sobrevivência é, em média, três vezes maior nos pacientes submetidos a apenas a compressão torácica. Não há dúvidas que as novas diretrizes vão ajudar a salvar mais vidas”.
O Simpósio de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação - Antecipando as diretrizes 2010, promovido pela Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo – SOCESP, deve reunir mais de 500 profissionais de saúde, entre médicos, socorristas e enfermeiros. “95% das pessoas que sofrem um ataque cardíaco repentino morrem antes de chegar ao hospital. Para reverter esse número, é preciso treinamento e atualização constante dos profissionais de saúde. Por isso a importância do evento”, conclui Sérgio Timerman.
Fonte: DOC Press Comunicação
Foto: Arquivo Revista Emergência
terça-feira, 2 de março de 2010
Curso 22 horas
Conteúdo programático:
.
1. DINÂMICA DO ACIDENTE: Parametros Legais E Racionais.
2. BIOSEGURANÇA.
3. EMERGÊNCIAS CLÍNICAS E TRAUMÁTICAS
4. CHEGADA AO LOCAL DO ACIDENTE.
Analise Da Cena
Neutralização De Riscos
Remoção De Barreiras
Observação Continua Da Cena
5. A.B.C.D- DO SOCORRISTA
6. VENTILAÇÃO MECÂNICA
Respiração Boca-Boca E Boca-Ambu
Parada Respiratória
7. R.C.P- REANIMAÇÃO CÁRDIO PULMONAR
8. DEA- DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO
9. ANÁLISE PRIMÁRIA
10. ANÁLISE SECUNDÁRIA
11. POSIÇÃO LATERAL DE CONFORTO
12. REALINHAMENTO INDIVIDUAL
13. REALINHAMENTO COM SOCORRISTAS
14. ELEVAÇÃO A CAVALEIRO
15. REMOÇÃO DA VITIMA COM PRANCHA E COLAR CERVICAL
16. CHAVE DE RAUTECK- MANOBRA DE REMOÇÃO DE VITIMAS.
17. KED- EQUIPAMENTO P/ RETIRAR VITIMAS EM ACIDENTES
18. SIMULAÇÃO PRÁTICA COM VEICULO
19. PROVA TEÓRICA
FORNECEMOS : Certificado e carteira de socorrista trainee.
PÚBLICO ALVO : Profissionais da área de saúde, professores, técnicos em seg. do trabalho, policiais, prof. de educação física, bombeiros civil e todos com espírito de solidariedade.
CONSIDERAÇÕES FINAIS: o curso será ministrado por instrutores do grupo, haverá avaliação prática durante o curso e teste no ultimo dia.
FORNECEREMOS MATERIAL PARA PRÁTICA COM O ALUNO, TAIS COMO: Manequins p/ R.C.P, ambu, colar cervical, ked, pranchas, desfibrilador(DEA).
Célio Gouveia: (011) 5031-4316 (011) 9129-0535 8011-2330
e-mail celiogouveia@bol.com.br
grupoderesgatepaulista.blogspot.com
Local:
Data:
----------Vagas limitadas----------
.
1. DINÂMICA DO ACIDENTE: Parametros Legais E Racionais.
2. BIOSEGURANÇA.
3. EMERGÊNCIAS CLÍNICAS E TRAUMÁTICAS
4. CHEGADA AO LOCAL DO ACIDENTE.
Analise Da Cena
Neutralização De Riscos
Remoção De Barreiras
Observação Continua Da Cena
5. A.B.C.D- DO SOCORRISTA
6. VENTILAÇÃO MECÂNICA
Respiração Boca-Boca E Boca-Ambu
Parada Respiratória
7. R.C.P- REANIMAÇÃO CÁRDIO PULMONAR
8. DEA- DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO
9. ANÁLISE PRIMÁRIA
10. ANÁLISE SECUNDÁRIA
11. POSIÇÃO LATERAL DE CONFORTO
12. REALINHAMENTO INDIVIDUAL
13. REALINHAMENTO COM SOCORRISTAS
14. ELEVAÇÃO A CAVALEIRO
15. REMOÇÃO DA VITIMA COM PRANCHA E COLAR CERVICAL
16. CHAVE DE RAUTECK- MANOBRA DE REMOÇÃO DE VITIMAS.
17. KED- EQUIPAMENTO P/ RETIRAR VITIMAS EM ACIDENTES
18. SIMULAÇÃO PRÁTICA COM VEICULO
19. PROVA TEÓRICA
FORNECEMOS : Certificado e carteira de socorrista trainee.
PÚBLICO ALVO : Profissionais da área de saúde, professores, técnicos em seg. do trabalho, policiais, prof. de educação física, bombeiros civil e todos com espírito de solidariedade.
CONSIDERAÇÕES FINAIS: o curso será ministrado por instrutores do grupo, haverá avaliação prática durante o curso e teste no ultimo dia.
FORNECEREMOS MATERIAL PARA PRÁTICA COM O ALUNO, TAIS COMO: Manequins p/ R.C.P, ambu, colar cervical, ked, pranchas, desfibrilador(DEA).
Célio Gouveia: (011) 5031-4316 (011) 9129-0535 8011-2330
e-mail celiogouveia@bol.com.br
grupoderesgatepaulista.blogspot.com
Local:
Data:
----------Vagas limitadas----------
Curso 40 horas
Conteúdo programático:
.
1. DINÂMICA DO ACIDENTE: Parametros Legais E Racionais.
2. BIOSEGURANÇA.
3. EMERGÊNCIAS CLÍNICAS E TRAUMÁTICAS
4. CHEGADA AO LOCAL DO ACIDENTE.
Analise Da Cena
Neutralização De Riscos
Remoção De Barreiras
Observação Continua Da Cena
5. A.B.C.D- DO SOCORRISTA
6. VENTILAÇÃO MECÂNICA
Respiração Boca-Boca E Boca-Ambu
Parada Respiratória
7. R.C.P- REANIMAÇÃO CÁRDIO PULMONAR
8. DEA- DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO
9. ANÁLISE PRIMÁRIA
10. ANÁLISE SECUNDÁRIA
11. POSIÇÃO LATERAL DE CONFORTO
12. REALINHAMENTO INDIVIDUAL
13. REALINHAMENTO COM SOCORRISTAS
14. ELEVAÇÃO POR ENTRELAÇAMENTO
15. ELEVAÇÃO A CAVALEIRO
16. REMOÇÃO DA VITIMA COM PRANCHA E COLAR CERVICAL
17. CHAVE DE RAUTECK- MANOBRA DE REMOÇÃO DE VITIMAS.
18. KED- EQUIPAMENTO P/ RETIRAR VITIMAS EM ACIDENTES.
19. MANOBRA DE HEIMLICH- DESOBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREA.
20. DESMAIOS SÚBITOS
21. CONVULSÃO
22. QUEIMADURAS (PROCEDIMENTOS EMERGENCIAIS, EM 1º, 2º, 3º E 4º GRAUS.
23. AFOGAMENTOS- PROCEDIMENTOS DE RESGATE
24. HEMOSTASIA- TÉCNICAS PARA ESTANCAMENTO HEMORRÁGICO
25. PERFURAÇÃO PULMONAR ( PNEUMOTÓRAX, CURATIVO DE 3 PONTOS.)
26. TÉCNICAS DE IMOBILIZAÇÃO COM IMPROVISAÇÃO DE TALAS
27. SIMULAÇÃO PRÁTICA COM VEICULO
28. PROVA TEÓRICA
FORNECEMOS : Certificado e carteira de socorrista trainee.
PÚBLICO ALVO : Profissionais da área de saúde, professores, técnicos em seg. do trabalho, policiais, prof. de educação física, bombeiros civil e todos com espírito de solidariedade.
CONSIDERAÇÕES FINAIS: o curso será ministrado por instrutores do grupo, haverá avaliação prática durante o curso e teste no ultimo dia.
FORNECEREMOS MATERIAL PARA PRÁTICA COM O ALUNO, TAIS COMO: Manequins p/ R.C.P, ambu, colar cervical, ked, pranchas, desfibrilador(DEA).
Célio Gouveia: (011) 5031-4316 (011) 9129-0535 8011-2330
e-mail celiogouveia@bol.com.br
grupoderesgatepaulista.blogspot.com
Local:
Data:
----------Vagas limitadas----------
.
1. DINÂMICA DO ACIDENTE: Parametros Legais E Racionais.
2. BIOSEGURANÇA.
3. EMERGÊNCIAS CLÍNICAS E TRAUMÁTICAS
4. CHEGADA AO LOCAL DO ACIDENTE.
Analise Da Cena
Neutralização De Riscos
Remoção De Barreiras
Observação Continua Da Cena
5. A.B.C.D- DO SOCORRISTA
6. VENTILAÇÃO MECÂNICA
Respiração Boca-Boca E Boca-Ambu
Parada Respiratória
7. R.C.P- REANIMAÇÃO CÁRDIO PULMONAR
8. DEA- DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO
9. ANÁLISE PRIMÁRIA
10. ANÁLISE SECUNDÁRIA
11. POSIÇÃO LATERAL DE CONFORTO
12. REALINHAMENTO INDIVIDUAL
13. REALINHAMENTO COM SOCORRISTAS
14. ELEVAÇÃO POR ENTRELAÇAMENTO
15. ELEVAÇÃO A CAVALEIRO
16. REMOÇÃO DA VITIMA COM PRANCHA E COLAR CERVICAL
17. CHAVE DE RAUTECK- MANOBRA DE REMOÇÃO DE VITIMAS.
18. KED- EQUIPAMENTO P/ RETIRAR VITIMAS EM ACIDENTES.
19. MANOBRA DE HEIMLICH- DESOBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREA.
20. DESMAIOS SÚBITOS
21. CONVULSÃO
22. QUEIMADURAS (PROCEDIMENTOS EMERGENCIAIS, EM 1º, 2º, 3º E 4º GRAUS.
23. AFOGAMENTOS- PROCEDIMENTOS DE RESGATE
24. HEMOSTASIA- TÉCNICAS PARA ESTANCAMENTO HEMORRÁGICO
25. PERFURAÇÃO PULMONAR ( PNEUMOTÓRAX, CURATIVO DE 3 PONTOS.)
26. TÉCNICAS DE IMOBILIZAÇÃO COM IMPROVISAÇÃO DE TALAS
27. SIMULAÇÃO PRÁTICA COM VEICULO
28. PROVA TEÓRICA
FORNECEMOS : Certificado e carteira de socorrista trainee.
PÚBLICO ALVO : Profissionais da área de saúde, professores, técnicos em seg. do trabalho, policiais, prof. de educação física, bombeiros civil e todos com espírito de solidariedade.
CONSIDERAÇÕES FINAIS: o curso será ministrado por instrutores do grupo, haverá avaliação prática durante o curso e teste no ultimo dia.
FORNECEREMOS MATERIAL PARA PRÁTICA COM O ALUNO, TAIS COMO: Manequins p/ R.C.P, ambu, colar cervical, ked, pranchas, desfibrilador(DEA).
Célio Gouveia: (011) 5031-4316 (011) 9129-0535 8011-2330
e-mail celiogouveia@bol.com.br
grupoderesgatepaulista.blogspot.com
Local:
Data:
----------Vagas limitadas----------
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Sistema Linfático
1. Introdução
É um sistema formado por vasos e órgãos linfóides e nele circula a LINFA, sendo basicamente um sistema auxiliar na drenagem venosa e de defesa orgânica.
A linfa apresenta composição semelhante a do plasma sangüíneo, principalmente água, eletrólitos e quantidades variáveis de proteínas que saíram dos capilares sanguíneos - a linfa difere do sangue principalmente pela ausência de células sanguíneas e este sistema está ausente no S.N.C., medula óssea, músculos esqueléticos (mas estão no tecido conjuntivo que o reveste) e estruturas avasculares.
ORIGEM: os espaços linfáticos se originam de fendas do mesênquima e suas células de revestimento tomam caracteres de endotélio; posteriormente formam sacos linfáticos.
2. Vasos linfáticos
Os capilares linfáticos originam-se nos vários tecidos como delgados túbulos em fundo de saco e se apresentam constituídos apenas por endotélio - portanto mais permeáveis que os capilares sangüíneos e virtualmente todos os componentes do líquido intersticial, inclusive proteínas e partículas grandes .
4. Linfonodos
São órgãos pequenos, arredondados ou em forma de feijão que estão distribuídos ao longo de vários vasos linfáticos; sua localização é muito constante, particularmente os que drenam a cabeça e os membros (pescoço, virilha e axila, zonas juncionais de relativo repouso anatômico). São abundantes também em relação aos grandes vasos do tórax, abdome e pelve e ao longo dos ramos das artérias que suprem as vísceras.
5. Ductos linfáticos
Existem dois grandes ductos envolvidos no sistema de drenagem linfática: - ducto torácico e ducto linfático direito
7. Funções
- destruição de bactérias e remoção de partículas estranhas da linfa; bactérias e substâncias estranhas são removidas através da linfa pela ação dos macrófagos, que estão presentes nos linfonodos.
- respostas imunes específicas; frente à presença de bactérias ou substâncias estranhas, os linfócitos e as células plasmáticas produzem anticorpos.
- retorno do líquido intersticial para a corrente sanguínea; o edema poderia ocorrer se um excesso de líquido intersticial se acumulasse nos espaços intercelulares,..
8. Órgãos Linfóides
BAÇO
Maior órgão linfóide, situado no lado esquerdo da cavidade abdominal, junto ao diafragma,
Funções: a) atua como filtro para a corrente sanguínea, mais que os linfonodos para a corrente linfática; b) produz linfócitos e plasmócitos, que produzem anticorpos (principalmente na polpa branca); c) além disso, os macrófagos da polpa branca fagocitam glóbulos vermelhos velhos bem como bactérias e partículas estranhas; d)Também atua, embora com capacidade limitada, como reservatório de sangue.
TIMO
É uma massa bilobada de tecido linfóide localizada posterior ao osso esterno, na região do mediastino anterior; é relativamente grande durante a infância e começa a atrofiar lentamente.
TONSILAS
São massas pequenas de tecido linfóide incluídas na mucosa de revestimento da faringe; t. palatinas - duas, na orofaringe; t. faríngica - única, na nasofaringe e t. línguais, mais numerosas e de pequeno diâmetro, localizadas no dorso faríngeo da língua. Atuam como defesa regional contra a invasão bacteriana.
É um sistema formado por vasos e órgãos linfóides e nele circula a LINFA, sendo basicamente um sistema auxiliar na drenagem venosa e de defesa orgânica.
A linfa apresenta composição semelhante a do plasma sangüíneo, principalmente água, eletrólitos e quantidades variáveis de proteínas que saíram dos capilares sanguíneos - a linfa difere do sangue principalmente pela ausência de células sanguíneas e este sistema está ausente no S.N.C., medula óssea, músculos esqueléticos (mas estão no tecido conjuntivo que o reveste) e estruturas avasculares.
ORIGEM: os espaços linfáticos se originam de fendas do mesênquima e suas células de revestimento tomam caracteres de endotélio; posteriormente formam sacos linfáticos.
2. Vasos linfáticos
Os capilares linfáticos originam-se nos vários tecidos como delgados túbulos em fundo de saco e se apresentam constituídos apenas por endotélio - portanto mais permeáveis que os capilares sangüíneos e virtualmente todos os componentes do líquido intersticial, inclusive proteínas e partículas grandes .
4. Linfonodos
São órgãos pequenos, arredondados ou em forma de feijão que estão distribuídos ao longo de vários vasos linfáticos; sua localização é muito constante, particularmente os que drenam a cabeça e os membros (pescoço, virilha e axila, zonas juncionais de relativo repouso anatômico). São abundantes também em relação aos grandes vasos do tórax, abdome e pelve e ao longo dos ramos das artérias que suprem as vísceras.
5. Ductos linfáticos
Existem dois grandes ductos envolvidos no sistema de drenagem linfática: - ducto torácico e ducto linfático direito
7. Funções
- destruição de bactérias e remoção de partículas estranhas da linfa; bactérias e substâncias estranhas são removidas através da linfa pela ação dos macrófagos, que estão presentes nos linfonodos.
- respostas imunes específicas; frente à presença de bactérias ou substâncias estranhas, os linfócitos e as células plasmáticas produzem anticorpos.
- retorno do líquido intersticial para a corrente sanguínea; o edema poderia ocorrer se um excesso de líquido intersticial se acumulasse nos espaços intercelulares,..
8. Órgãos Linfóides
BAÇO
Maior órgão linfóide, situado no lado esquerdo da cavidade abdominal, junto ao diafragma,
Funções: a) atua como filtro para a corrente sanguínea, mais que os linfonodos para a corrente linfática; b) produz linfócitos e plasmócitos, que produzem anticorpos (principalmente na polpa branca); c) além disso, os macrófagos da polpa branca fagocitam glóbulos vermelhos velhos bem como bactérias e partículas estranhas; d)Também atua, embora com capacidade limitada, como reservatório de sangue.
TIMO
É uma massa bilobada de tecido linfóide localizada posterior ao osso esterno, na região do mediastino anterior; é relativamente grande durante a infância e começa a atrofiar lentamente.
TONSILAS
São massas pequenas de tecido linfóide incluídas na mucosa de revestimento da faringe; t. palatinas - duas, na orofaringe; t. faríngica - única, na nasofaringe e t. línguais, mais numerosas e de pequeno diâmetro, localizadas no dorso faríngeo da língua. Atuam como defesa regional contra a invasão bacteriana.
Sistema Circulatório II - Artéias e Veias
A. Vasos Sangüíneos
1. Introdução
Após deixar o coração, o sangue entra no sistema vascular, que se compõe de numerosos vasos sanguíneos; estes transportam o sangue para todas partes do corpo, permite a troca de nutrientes, produtos de metabolismo, hormônios e outras substâncias entre o sangue e o líquido intersticial e o retorno do sangue para o coração.
2. Tipos de Vasos Sangüíneos
Vasos denominados artérias, conduzem o sangue do coração à periferia. Comparado a outros tipos de vasos sangüíneos, as aa. são capazes de resistir a grandes pressões internas; as aa. maiores (de grande calibre) se dividem em aa. menores, estas em arteríolas e finalmente em finos capilares. Com a progressiva transformação de aa. em capilares, há uma diminuição no diâmetro dos vasos, espessura de suas paredes, na pressão em seu interior e na velocidade com o qual o sangue os atravessa. Os capilares convergem para vasos muito pequenos denominados vênulas, que confluem para formar as veias. As grandes veias retornam o sangue para os átrios do coração. Após o sangue deixar os capilares, sua pressão continua a diminuir - ela é bem menor próxima ao AD, nas veias cavas superior e inferior (a pressão venosa é sempre mais baixa que a arterial, e as paredes das veias nunca são mais espessas que as artérias do mesmo calibre).
3. Estrutura Geral dos Vasos
A variação na espessura das paredes dos vasos sanguíneos se deve à presença ou ausência de uma ou mais camadas de tecido que as constituem, bem como nas diferenças de espessura entre as camadas.
-Túnica Íntima ou Interna- é a camada mais interna; apresenta-se formada por uma camada de células endotelias revestindo o vaso, uma camada de tecido conjuntivo frouxo e uma membrana basal, fibras elásticas. O endotélio da túnica íntima é a única camada presente em vasos de todos os calibre, sendo contínuo com o endocárdio do coração.
-Túnica Média, é freqüentemente mais espessa e apresenta-se constituída por fibras musculares lisas, dispostas circularmente às quais se agrega uma quantidade variável de fibras elásticas.
- Túnica Externa ou Adventícia - é a camada mais externa; relativamente delgada e se compõe de tecido conjuntivo - fibras colágenas e elásticas.
4. Vasos Sangüíneos
ARTÉRIAS, são tubos cilindróides elásticos onde o sangue circula centrifugamente em relação ao coração; podem emitir ramos terminais e colaterais; ramos terminais, quando a artéria se divide e o ramo principal deixa de existir - ex. A. Braquial, A. radial e A. ulnar; ramos colaterais, quando a artéria emite ramos e o tronco de origem continua a existir - saem em diversos ângulos - ângulo agudo, a velocidade sangüínea é a mesma; ângulo reto, diminui a velocidade e ângulo obtuso (recebe também a denominação de a. recorrente), circula em direção oposta à a. de origem.
As artérias podem ser divididas em superficiais e profundas, segundo sua localização; superficiais, distribuição irregular. Ex.: a. temporal superficial. Profundas, quase na totalidade são profundas, e são acompanhadas por uma ou duas veias (chamadas de veias satélites) -
Podemos dividir didaticamente as artérias segundo seu calibre e a predominância de tecidos:
- Grande calibre ou A. elásticas
Incluem a Aorta e seus grandes ramos e a A. Tronco Pulmonar. As paredes dessas aa. são compostas de três túnicas, sendo que a túnica média é bastante espessa e contém além de fibras musculares lisas, uma grande quantidade de fibras elásticas. São também denominadas de condutoras, pois a principal função é transportar sangue.
- Médio e pequeno calibre ou A. musculares
São caracterizadas por uma espessa camada muscular e segundo o calibre do vaso, encontram-se quantidades razoáveis de tecido elástico. De modo geral, quanto maior o calibre, maior a quantidade de fibras elásticas; são também denominadas de distribuidoras, pois se encarregam de fornecer sangue aos diversos órgãos.
ARTERÍOLA, são vasos muito finos, geralmente com diâmetro menor de 0.5mm. Possuem uma luz pequena e uma túnica média relativamente espessa composta quase que exclusivamente por fibras musculares lisas (4 - 5 camadas), com pouco tecido elástico; nas arteríolas próximas aos capilares a túnica média é reduzida compondo-se de fibras musculares dispersas.
CAPILARES
São vasos onde ocorrem as trocas efetivas entre os tecidos e o sangue circulante e é composto de células endoteliais (2-3), lâmina basal, bainha delicada de fibras colágenas e fibras reticulares e células perivasculares ocasionais (pericitos). Arteríolas = três túnicas, sendo que a média possui camada completa de músculo
liso (menos de 100µm)
Metarteríola = camada muscular incompleta
Pré-capilar = sem camada muscular, mais de 10µm
Capilar = menos de 10µm
Vênula coletora = sem camada muscular, menos de 100µm
Vênula muscular = camada muscular
Veia = mais de 100µm
VEIAS, tubos onde o sangue circula centripetamente em relação ao coração. As veias recebem numerosas tributárias ou afluentes e seu calibre aumenta à medida que se aproxima do coração, exatamente o oposto do que ocorre com as artérias.
Encontramos veias superficiais e profundas; as superficiais são subcutâneas, sendo mais calibrosas nos membros e pescoço. Drenam o sangue da circulação cutânea e servem como via de descarga auxiliar da circulação profunda - permitem o esvaziamento das veias dos músculos durante a contração dos mesmos e assim diminuem o retorno pela a circulação profunda; não acompanham artérias. As veias profundas, podem ser solitárias (não acompanham artérias, ex.: veias cavas, ázigos, etc.) ou satélites. Numerosas veias comunicam as veias superficiais com as profundas e são denominadas de veias comunicantes. Didaticamente podemos dividir em vênulas, veias de pequeno, médio e grande calibre.
VÊNULAS
Caracterizam-se por apresentar uma túnica íntima constituída só por endotélio e a túnica média com poucas camadas de células musculares. A adventícia é a camada mais espessa e formada por tecido conjuntivo rico em fibras colágenas (menos de 100µm).
VEIAS de PEQUENO e MÉDIO CALIBRE
Constituem a maioria das veias, com exceção dos grandes troncos e tem cerca de 100 a 900µm de diâmetro. Apresentam uma túnica média com pequenos feixes de músculo liso entremeados por fibras colágenas e uma rede de fibras elásticas. A camada adventícia, de natureza colágena é desenvolvida. As veias não apresentam lâmina elástica externa ou interna e tendem a possuir uma luz maior e paredes mais finas que as artérias que acompanham.
Algumas veias, principalmente de pequeno e médio calibre, apresentam válvulas que direcionam o fluxo sangüíneo no sentido do coração; essas válvulas são pregas de endotélio e possuem forma similar às das válvulas semilunares da Aorta e Tronco Pulmonar. Quando o sangue contido nas veias tenta retornar, as válvulas se enchem de sangue, bloqueando os vasos; são mais comuns nos membros inferiores onde o sangue é conduzido contra a força de gravidade e seu movimento depende da contração dos músculos esqueléticos (a insuficiência de muitas válvulas e conseqüente estase sanguínea é conhecida como varizes).
VEIAS de GRANDE CALIBRE
Apresentam uma camada íntima bem desenvolvida, porém a camada média é extemamente reduzida, com pouca quantidade de músculo liso e tecido conjuntivo; a adventícia é a camada mais evidente.
1. Introdução
Após deixar o coração, o sangue entra no sistema vascular, que se compõe de numerosos vasos sanguíneos; estes transportam o sangue para todas partes do corpo, permite a troca de nutrientes, produtos de metabolismo, hormônios e outras substâncias entre o sangue e o líquido intersticial e o retorno do sangue para o coração.
2. Tipos de Vasos Sangüíneos
Vasos denominados artérias, conduzem o sangue do coração à periferia. Comparado a outros tipos de vasos sangüíneos, as aa. são capazes de resistir a grandes pressões internas; as aa. maiores (de grande calibre) se dividem em aa. menores, estas em arteríolas e finalmente em finos capilares. Com a progressiva transformação de aa. em capilares, há uma diminuição no diâmetro dos vasos, espessura de suas paredes, na pressão em seu interior e na velocidade com o qual o sangue os atravessa. Os capilares convergem para vasos muito pequenos denominados vênulas, que confluem para formar as veias. As grandes veias retornam o sangue para os átrios do coração. Após o sangue deixar os capilares, sua pressão continua a diminuir - ela é bem menor próxima ao AD, nas veias cavas superior e inferior (a pressão venosa é sempre mais baixa que a arterial, e as paredes das veias nunca são mais espessas que as artérias do mesmo calibre).
3. Estrutura Geral dos Vasos
A variação na espessura das paredes dos vasos sanguíneos se deve à presença ou ausência de uma ou mais camadas de tecido que as constituem, bem como nas diferenças de espessura entre as camadas.
-Túnica Íntima ou Interna- é a camada mais interna; apresenta-se formada por uma camada de células endotelias revestindo o vaso, uma camada de tecido conjuntivo frouxo e uma membrana basal, fibras elásticas. O endotélio da túnica íntima é a única camada presente em vasos de todos os calibre, sendo contínuo com o endocárdio do coração.
-Túnica Média, é freqüentemente mais espessa e apresenta-se constituída por fibras musculares lisas, dispostas circularmente às quais se agrega uma quantidade variável de fibras elásticas.
- Túnica Externa ou Adventícia - é a camada mais externa; relativamente delgada e se compõe de tecido conjuntivo - fibras colágenas e elásticas.
4. Vasos Sangüíneos
ARTÉRIAS, são tubos cilindróides elásticos onde o sangue circula centrifugamente em relação ao coração; podem emitir ramos terminais e colaterais; ramos terminais, quando a artéria se divide e o ramo principal deixa de existir - ex. A. Braquial, A. radial e A. ulnar; ramos colaterais, quando a artéria emite ramos e o tronco de origem continua a existir - saem em diversos ângulos - ângulo agudo, a velocidade sangüínea é a mesma; ângulo reto, diminui a velocidade e ângulo obtuso (recebe também a denominação de a. recorrente), circula em direção oposta à a. de origem.
As artérias podem ser divididas em superficiais e profundas, segundo sua localização; superficiais, distribuição irregular. Ex.: a. temporal superficial. Profundas, quase na totalidade são profundas, e são acompanhadas por uma ou duas veias (chamadas de veias satélites) -
Podemos dividir didaticamente as artérias segundo seu calibre e a predominância de tecidos:
- Grande calibre ou A. elásticas
Incluem a Aorta e seus grandes ramos e a A. Tronco Pulmonar. As paredes dessas aa. são compostas de três túnicas, sendo que a túnica média é bastante espessa e contém além de fibras musculares lisas, uma grande quantidade de fibras elásticas. São também denominadas de condutoras, pois a principal função é transportar sangue.
- Médio e pequeno calibre ou A. musculares
São caracterizadas por uma espessa camada muscular e segundo o calibre do vaso, encontram-se quantidades razoáveis de tecido elástico. De modo geral, quanto maior o calibre, maior a quantidade de fibras elásticas; são também denominadas de distribuidoras, pois se encarregam de fornecer sangue aos diversos órgãos.
ARTERÍOLA, são vasos muito finos, geralmente com diâmetro menor de 0.5mm. Possuem uma luz pequena e uma túnica média relativamente espessa composta quase que exclusivamente por fibras musculares lisas (4 - 5 camadas), com pouco tecido elástico; nas arteríolas próximas aos capilares a túnica média é reduzida compondo-se de fibras musculares dispersas.
CAPILARES
São vasos onde ocorrem as trocas efetivas entre os tecidos e o sangue circulante e é composto de células endoteliais (2-3), lâmina basal, bainha delicada de fibras colágenas e fibras reticulares e células perivasculares ocasionais (pericitos). Arteríolas = três túnicas, sendo que a média possui camada completa de músculo
liso (menos de 100µm)
Metarteríola = camada muscular incompleta
Pré-capilar = sem camada muscular, mais de 10µm
Capilar = menos de 10µm
Vênula coletora = sem camada muscular, menos de 100µm
Vênula muscular = camada muscular
Veia = mais de 100µm
VEIAS, tubos onde o sangue circula centripetamente em relação ao coração. As veias recebem numerosas tributárias ou afluentes e seu calibre aumenta à medida que se aproxima do coração, exatamente o oposto do que ocorre com as artérias.
Encontramos veias superficiais e profundas; as superficiais são subcutâneas, sendo mais calibrosas nos membros e pescoço. Drenam o sangue da circulação cutânea e servem como via de descarga auxiliar da circulação profunda - permitem o esvaziamento das veias dos músculos durante a contração dos mesmos e assim diminuem o retorno pela a circulação profunda; não acompanham artérias. As veias profundas, podem ser solitárias (não acompanham artérias, ex.: veias cavas, ázigos, etc.) ou satélites. Numerosas veias comunicam as veias superficiais com as profundas e são denominadas de veias comunicantes. Didaticamente podemos dividir em vênulas, veias de pequeno, médio e grande calibre.
VÊNULAS
Caracterizam-se por apresentar uma túnica íntima constituída só por endotélio e a túnica média com poucas camadas de células musculares. A adventícia é a camada mais espessa e formada por tecido conjuntivo rico em fibras colágenas (menos de 100µm).
VEIAS de PEQUENO e MÉDIO CALIBRE
Constituem a maioria das veias, com exceção dos grandes troncos e tem cerca de 100 a 900µm de diâmetro. Apresentam uma túnica média com pequenos feixes de músculo liso entremeados por fibras colágenas e uma rede de fibras elásticas. A camada adventícia, de natureza colágena é desenvolvida. As veias não apresentam lâmina elástica externa ou interna e tendem a possuir uma luz maior e paredes mais finas que as artérias que acompanham.
Algumas veias, principalmente de pequeno e médio calibre, apresentam válvulas que direcionam o fluxo sangüíneo no sentido do coração; essas válvulas são pregas de endotélio e possuem forma similar às das válvulas semilunares da Aorta e Tronco Pulmonar. Quando o sangue contido nas veias tenta retornar, as válvulas se enchem de sangue, bloqueando os vasos; são mais comuns nos membros inferiores onde o sangue é conduzido contra a força de gravidade e seu movimento depende da contração dos músculos esqueléticos (a insuficiência de muitas válvulas e conseqüente estase sanguínea é conhecida como varizes).
VEIAS de GRANDE CALIBRE
Apresentam uma camada íntima bem desenvolvida, porém a camada média é extemamente reduzida, com pouca quantidade de músculo liso e tecido conjuntivo; a adventícia é a camada mais evidente.
Sistema Circulatório
1. Introdução
O sistema circulatório pode ser "dividido" em 3 partes:
- sistema sangüíneo, inclui o coração e este funciona como bomba contrátil-propulsora e um sistema fechado de tubos, os vasos sangüíneos, que transportam o sangue.
- sistema linfático, inclui órgãos que participam da resposta imune (baço, timo, tonsilas e linfonodos) e vasos que coletam a linfa e a transportam para o sistema cardiovascular.
- órgãos hematopoiéticos, responsáveis pela produção de células do sangue (medula óssea). Alguns autores incluem até o baço e timo.
2. Coração
Kardia - grego ®®coração; é um órgão cavitário
2.1 Forma
Forma de um cone, com ápice e base, possui três faces e quatro margens.
A BASE tem forma quadrilátera, voltada para cima, para trás e para à direita, ao nível da 2ª e 3ª costela; formada principalmente pelo Átrio Esquerdo, parte do Átrio Direito e porção proximal dos grandes vasos que penetram pela parede posterior do coração.
Da base, o coração se projeta para baixo, para frente e para esquerda terminando em um ÁPICE arredondado que ocupa o 5º espaço intercostal esquerdo, cerca de 8 cm da linha medioesternal e é formado pelo Ventrículo Esquerdo.
FACES: diafragmática ou inferior - é a região entre a base e o ápice, que repousa sobre o músculo diafragma (VD e VE)
Face esternocostal ou anterior - posterior ao esterno e costelas, formado principalmente pelo VD e AD.
Face pulmonar - voltada para o pulmão esquerdo, dirigida para trás, para cima e para esquerda; formado quase inteiramente pelo VE, contudo uma pequena parte do AE e sua aurícula contribuem para sua formação superior.
2.2 Situação
Localiza-se na cavidade torácica, no mediastino médio, posterior ao osso esterno, superior ao m. diafragma, obliquamente ao plano mediano (40°).
2.3 Morfologia Externa
- AURÍCULAS DIREITA e ESQUERDA (Auris - latim orelha)
pequena bolsa muscular cônica, que são expansões dos átrios
forma triangular, semelhante a orelha de gato; hoje pensa-se em função endócrina, pois esta libera o ANF (fator atrio-natrium urétrico)que atua na liberação de líquidos e sódio - aurícula e em menor quantidade átrios.
- VASOS CORONÁRIOS (A. coronária direita, sai do seio aórtico anterior - ramo marginal e ramo interventricular posterior e A. coronária esquerda, sai do seio aórtico posterior esquerdo - ramo interventricular anterior)
- SULCOS, verificam-se ranhuras e sulcos que indicam a divisão do coração em 4 câmaras: sulco coronário, separa os átrios dos ventrículos (contém os troncos dos vasos coronários do coração); sulco interatrial, separa os dois átrios (é pouco marcado na superfície posterior, enquanto anteriormente, está encoberto pelo tronco pulmonar e aorta); sulco interventricular anterior, está na face esternocostal e sulco interventricular posterior, está na face diafragmática (ambos separam os ventrículos).
2.4 Estrutura e Pericárdio
ESTRUTURA - a parede do coração é constituída por 3 camadas: epicárdio, miocárdio e endocárdio. O epicárdio (pericárdio visceral) é uma membrana serosa muito fina, que adere à superfície externa do órgão. O miocárdio, é camada mais espessa e se compõe de músculo cardíaco.
PERICÁRDIO - consiste de um tecido que envolve o coração, separa dos outros órgãos, fixa o órgão, permite os movimentos de expansão e contração, etc. Composto de duas camadas: pericárdio fibroso, e pericárdio seroso.
2.5 Morfologia Interna
O coração consiste de 4 câmaras: dois átrios e dois ventrículos
ÁTRIO DIREITO
É uma câmara mais ou menos quadrangular e se localiza na região superior direita do coração; o interior apresenta duas porções principais: posterior, no qual se abrem os grandes vasos, tendo paredes lisas, sendo denominado seio das veias e anteriormente a este, uma porção com paredes rugosas e que está em continuidade com a aurícula direita; o AD comunica-se com o VD através do óstio átrio-ventricular. Abrem-se nesse átrio os seguintes vasos:
- Veia Cava Superior, traz o sangue da metade superior do corpo e se abre na porção súpero-posterior do átrio. Seu óstio está dirigido para baixo e para frente, não possuindo válvulas.
- Veia Cava Inferior, traz o sangue da metade inferior do corpo. Os músculos pectíneos são músculos com disposição paralela que se inclinam em direção ao óstio átrio-ventricular.
VENTRÍCULO DIREITO
Estende-se do AD até próximo ao ápice do coração e forma parte da face anterior do coração. Apresenta o Tronco Pulmonar.
A parede do VD é mais delgada do que a do VE.
O óstio átrio-ventricular é a grande abertura oval entre o AD e o VD.
A valva átrio-ventricular direita (Tricúspide) consiste de aproximadamente 3 cúspides
A valva pulmonar consiste de três válvulas semilunares (anterior, posterior direita e esquerda) estando fixadas à parede do Tronco Pulmonar e suas margens livres dirigidas para cima, na luz do vaso.
ÁTRIO ESQUERDO
É menor que o direito, porém suas paredes são mais espessas.
As veias pulmonares, em número de 4, abrem-se na parte superior da superfície posterior do AE, duas de cada lado; seus óstios não possuem.
VENTRÍCULO ESQUERDO
É mais longo e cônico que o direito e forma o ápice do coração; seu miocárdio é 3 vezes mais espesso que o do VD.
A valva átrio-ventricular esquerda consiste de duas cúspides triangulares.
O sistema circulatório pode ser "dividido" em 3 partes:
- sistema sangüíneo, inclui o coração e este funciona como bomba contrátil-propulsora e um sistema fechado de tubos, os vasos sangüíneos, que transportam o sangue.
- sistema linfático, inclui órgãos que participam da resposta imune (baço, timo, tonsilas e linfonodos) e vasos que coletam a linfa e a transportam para o sistema cardiovascular.
- órgãos hematopoiéticos, responsáveis pela produção de células do sangue (medula óssea). Alguns autores incluem até o baço e timo.
2. Coração
Kardia - grego ®®coração; é um órgão cavitário
2.1 Forma
Forma de um cone, com ápice e base, possui três faces e quatro margens.
A BASE tem forma quadrilátera, voltada para cima, para trás e para à direita, ao nível da 2ª e 3ª costela; formada principalmente pelo Átrio Esquerdo, parte do Átrio Direito e porção proximal dos grandes vasos que penetram pela parede posterior do coração.
Da base, o coração se projeta para baixo, para frente e para esquerda terminando em um ÁPICE arredondado que ocupa o 5º espaço intercostal esquerdo, cerca de 8 cm da linha medioesternal e é formado pelo Ventrículo Esquerdo.
FACES: diafragmática ou inferior - é a região entre a base e o ápice, que repousa sobre o músculo diafragma (VD e VE)
Face esternocostal ou anterior - posterior ao esterno e costelas, formado principalmente pelo VD e AD.
Face pulmonar - voltada para o pulmão esquerdo, dirigida para trás, para cima e para esquerda; formado quase inteiramente pelo VE, contudo uma pequena parte do AE e sua aurícula contribuem para sua formação superior.
2.2 Situação
Localiza-se na cavidade torácica, no mediastino médio, posterior ao osso esterno, superior ao m. diafragma, obliquamente ao plano mediano (40°).
2.3 Morfologia Externa
- AURÍCULAS DIREITA e ESQUERDA (Auris - latim orelha)
pequena bolsa muscular cônica, que são expansões dos átrios
forma triangular, semelhante a orelha de gato; hoje pensa-se em função endócrina, pois esta libera o ANF (fator atrio-natrium urétrico)que atua na liberação de líquidos e sódio - aurícula e em menor quantidade átrios.
- VASOS CORONÁRIOS (A. coronária direita, sai do seio aórtico anterior - ramo marginal e ramo interventricular posterior e A. coronária esquerda, sai do seio aórtico posterior esquerdo - ramo interventricular anterior)
- SULCOS, verificam-se ranhuras e sulcos que indicam a divisão do coração em 4 câmaras: sulco coronário, separa os átrios dos ventrículos (contém os troncos dos vasos coronários do coração); sulco interatrial, separa os dois átrios (é pouco marcado na superfície posterior, enquanto anteriormente, está encoberto pelo tronco pulmonar e aorta); sulco interventricular anterior, está na face esternocostal e sulco interventricular posterior, está na face diafragmática (ambos separam os ventrículos).
2.4 Estrutura e Pericárdio
ESTRUTURA - a parede do coração é constituída por 3 camadas: epicárdio, miocárdio e endocárdio. O epicárdio (pericárdio visceral) é uma membrana serosa muito fina, que adere à superfície externa do órgão. O miocárdio, é camada mais espessa e se compõe de músculo cardíaco.
PERICÁRDIO - consiste de um tecido que envolve o coração, separa dos outros órgãos, fixa o órgão, permite os movimentos de expansão e contração, etc. Composto de duas camadas: pericárdio fibroso, e pericárdio seroso.
2.5 Morfologia Interna
O coração consiste de 4 câmaras: dois átrios e dois ventrículos
ÁTRIO DIREITO
É uma câmara mais ou menos quadrangular e se localiza na região superior direita do coração; o interior apresenta duas porções principais: posterior, no qual se abrem os grandes vasos, tendo paredes lisas, sendo denominado seio das veias e anteriormente a este, uma porção com paredes rugosas e que está em continuidade com a aurícula direita; o AD comunica-se com o VD através do óstio átrio-ventricular. Abrem-se nesse átrio os seguintes vasos:
- Veia Cava Superior, traz o sangue da metade superior do corpo e se abre na porção súpero-posterior do átrio. Seu óstio está dirigido para baixo e para frente, não possuindo válvulas.
- Veia Cava Inferior, traz o sangue da metade inferior do corpo. Os músculos pectíneos são músculos com disposição paralela que se inclinam em direção ao óstio átrio-ventricular.
VENTRÍCULO DIREITO
Estende-se do AD até próximo ao ápice do coração e forma parte da face anterior do coração. Apresenta o Tronco Pulmonar.
A parede do VD é mais delgada do que a do VE.
O óstio átrio-ventricular é a grande abertura oval entre o AD e o VD.
A valva átrio-ventricular direita (Tricúspide) consiste de aproximadamente 3 cúspides
A valva pulmonar consiste de três válvulas semilunares (anterior, posterior direita e esquerda) estando fixadas à parede do Tronco Pulmonar e suas margens livres dirigidas para cima, na luz do vaso.
ÁTRIO ESQUERDO
É menor que o direito, porém suas paredes são mais espessas.
As veias pulmonares, em número de 4, abrem-se na parte superior da superfície posterior do AE, duas de cada lado; seus óstios não possuem.
VENTRÍCULO ESQUERDO
É mais longo e cônico que o direito e forma o ápice do coração; seu miocárdio é 3 vezes mais espesso que o do VD.
A valva átrio-ventricular esquerda consiste de duas cúspides triangulares.
Sistema Muscular
1. Introdução
A capacidade de reagir em resposta a uma modificação do meio ambiente constitui uma das propriedades fundamentais do protoplasma animal. Assim, a ameba (unicelular) em contato com um agente irritante contrai-se no ponto de estímulo e emite um prolongamento do citoplasma no ponto oposto a aquele que foi estimulado ® movimento. A ameba sendo unicelular, realiza como única célula absorção, respiração, excreção,... - em seres multicelulares, as células diferenciam-se para realizar funções específicas : as células musculares são especializadas em CONTRAÇÃO e RELAXAMENTO.
Estas células agrupam-se em feixes para formar massas macroscópicas, MÚSCULOS, os quais são fixados pelas suas extremidades; portanto irão mover os segmentos do corpo por encurtamento da distância que existe entre suas extremidades fixadas, ou seja, por contração.
Metade do peso total do corpo é de tecido muscular; a maior parte da forma do corpo é devida aos numerosos músculos fixados ao esqueleto e subjacentes a pele; outros músculos estão localizados nas paredes dos órgãos ocos e nos vasos sanguíneos.
1.1 Funções: As funções dependem da localização das células musculares; mas de modo geral, a ação muscular é o resultado da ação das células musculares individuais que são especiais pelo fato de serem as células que melhor exibem a propriedade de contratilidade - que permite encurtar-se e desenvolver tensão. Como resultado, são importantes em atividades de movimento de várias partes do corpo, alteração do diâmetro dos tubos do corpo, propulsão de materiais e expulsão de resíduos. Porém, além de elemento ativo no movimento, a musculatura assegura a estática do corpo, determina a posição e postura do esqueleto junto aos ossos.
2. Tipos de músculos
A célula muscular está normalmente sob o controle do S.N. Cada músculo possui o seu nervo motor, o qual divide em muitos ramos para poder controlar todas as células do músculo, placa motora. Quando o impulso nervoso passa através do nervo, a placa motora transmite o impulso às células musculares determinando a sua contração; se o impulso para a contração resulta de um ato de vontade ® M. Voluntário ; se o impulso parte de uma porção do S.N. sobre o qual o indivíduo não tem controle, diz-se que é um M. Involuntário
Entretanto, sob diversas condições, as contrações dos mm. voluntários não requerem um propósito consciente, ex.: a pessoa não pensa na contração dos mm. envolvidos na manutenção da posturaErro! Indicador não definido.® S.N. Somático e o M. InvoluntárioErro! Indicador não definido.® S.N. Autônomo.
Portanto, Funcionalmente:
M. Voluntário e M. Involuntário
Histologicamente:
M. Voluntário - estrias transversais ®®M. Estriado
M. InvoluntárioErro! Indicador não definido.® M. Liso
M. Cardíaco - semelhante ao m. estriado,mas com ação involuntária.
Topograficamente:
M. Estriado - são esqueléticos, isto é, estão fixados pelo menos em uma extremidade no esqueleto.
M. Liso - são viscerais, são encontrados nas paredes das vísceras
3. Anatomia microscópica do M. Estriado
- Organização: num músculo, os feixes de fibras não estão agrupados ao acaso, mas organizados em feixes envolvidos por uma membrana externa de tecido conjuntivo, epimísio. Do epimísio partem septos muitos finos que se dirigem para o interior do músculo, dividindo-o em fascículos. Estes septos são chamados de perimísio. Cada fibra muscular é envolvida por uma camada muito delgada de tecido conjuntivo, endomísio.
3. Anatomia Macroscópica dos M. Estriados
Possui uma porção média e extremidades; a porção média é carnosa, vermelha no vivente = ventre muscular, predominam as fibras musculares, sendo a parte ativa do músculo, isto é, a porção contrátil. As extremidades são cilindróides ou em forma de fita - tendões e laminares - aponeuroses, com a função de fixar o músculo ao esqueleto.
Os tendões são esbranquiçados e brilhantes, muito resitentes e praticamente inextensíveis, constituídos de tecido conjuntivo denso, rico em fibras colágenas. (Nem sempre os tendões e as aponeuroses se predem ao esqueleto, podendo se fixar em cartilagens, cápsulas articulares, septos intermusculares, derme, etc.).
Fáscia muscular, é uma lâmina de tecido conjuntivo que envolve cada músculo e funciona como uma autêntica bainha elástica de contenção, para o músculo possa exercer eficientimente seu trabalho de tração; outra função, é permitir o deslizamento do músculos entre si.
5. Origem e Inserção
Por razões didáticas, convencionou-se chamar ORIGEM, extremidade do músculo preso à peça óssea que não se desloca - PONTO FIXO.
INSERÇÃO, extremidade do músculo presa à peça óssea que se desloca - PONTO MÓVEL; leva-se em conta o movimento habitual. Ex.: flexão do antebraço - M. Braquial - origem, face anterior do úmero, inserção, face anterior da ulna; atleta eleva seu corpo numa barra, M. Braquial, a origem e inserção se invertem. (Nos membros, geralmente a origem é proximal e a inserção é distal).
6. Classificação
6.1 Quanto à FORMA do músculo e ARRANJO das fibras
a) Disposição paralela das fibras
- comprimento predomina sobre a largura M. Longo, Ex. M. Sartório.
- convergência das fibras M. Fusiforme, Ex. M. Braquial.
- comprimento proporcional à largura M.Largo, Ex. M.Glúteo Máximo
- convergência das fibras a uma extremidade M. em Leque, Ex. M. Temporal.
b) Disposição oblíqua das fibras, em relação ao eixo de tração (Peniformes)
- se as fibras musculares se prendem numa só margem da linha tendínea® Unipenado, Ex. M. Extensor Longo do Hálux
- se as fibras se prendem nas duas margens da linha tendínea Bipenado, Ex. M. Reto da Coxa, M. Milo-hióideo.
6.2 Quanto à ORIGEM (ou número de tendões de origem)
Quando os músculos se originam por mais de um tendão, diz-se que apresentam mais de uma cabeça de origem
- 2 cabeças Bíceps, Ex. M. Bíceps do Braço
- 3 cabeças Tríceps, Ex. M. Tríceps da Perna
- 4 cabeças Quadríceps, Ex. M. Quadríceps da Coxa.
6.3 Quanto à INSERÇÃO
Os músculos podem se inserir por mais de um tendão,
- 2 tendões Bicaudado, Ex. M. Flexor Curto do Hálux, M. Bíceps Braquial em movimento de elevação do tronco.
- + de 2 tendões Policaudado, Ex. M. Flexor Longo dos Dedos
6.4 Quanto ao VENTRE MUSCULAR
Alguns músculos apresentam mais de um ventre muscular, com tendões intermediários situados entre eles.
- 2 ventres e um tendão intermediário Digástrico, Ex. M. Digástrico
- + de 2 ventres Poligástrico, Ex. M. Reto do Abdome
6.5 Quanto à AÇÃO
Principal ação do músculo resultado da contração muscular: flexores, adutores, abdutores, extensores, etc.
7. Análise Funcional em determinado movimento
- Quando um músculo é o agente principal na execução de um movimento é considerado como AGONISTA.
- Quando um músculo se opõe ao trabalho de um agonista, seja para regular a rapidez ou a potência de ação deste agonista (limita a ação do agonista), é considerado como ANTAGONISTA (termo não ideal, pois eles mais cooperam que se opõem) .
- e músculos que indiretamente auxiliam um movimento, estabilizando uma articulação, prevenindo movimentos indesejados e permitindo que os agonistas atuem eficientimente, SINERGISTAS. As ações dos antagonistas e sinergistas fazem com que os movimentos sejam delicados e precisos.
Ex.:extensão do antebraço - contração do M. tríceps agonista
M. Braquial antagonista, retarda o movimento para que o tríceps não execute bruscamente.
Ex. uma flexão pode ser acompanhada de uma rotação, neste caso, a contração dos sinergistas pode auxiliar os agonistas, opondo-se aos movimentos de rotação não desejados.
- músculos que agem distantes do movimento principal estabilizando outras articulações, FIXADORES OU POSTURAIS.
A capacidade de reagir em resposta a uma modificação do meio ambiente constitui uma das propriedades fundamentais do protoplasma animal. Assim, a ameba (unicelular) em contato com um agente irritante contrai-se no ponto de estímulo e emite um prolongamento do citoplasma no ponto oposto a aquele que foi estimulado ® movimento. A ameba sendo unicelular, realiza como única célula absorção, respiração, excreção,... - em seres multicelulares, as células diferenciam-se para realizar funções específicas : as células musculares são especializadas em CONTRAÇÃO e RELAXAMENTO.
Estas células agrupam-se em feixes para formar massas macroscópicas, MÚSCULOS, os quais são fixados pelas suas extremidades; portanto irão mover os segmentos do corpo por encurtamento da distância que existe entre suas extremidades fixadas, ou seja, por contração.
Metade do peso total do corpo é de tecido muscular; a maior parte da forma do corpo é devida aos numerosos músculos fixados ao esqueleto e subjacentes a pele; outros músculos estão localizados nas paredes dos órgãos ocos e nos vasos sanguíneos.
1.1 Funções: As funções dependem da localização das células musculares; mas de modo geral, a ação muscular é o resultado da ação das células musculares individuais que são especiais pelo fato de serem as células que melhor exibem a propriedade de contratilidade - que permite encurtar-se e desenvolver tensão. Como resultado, são importantes em atividades de movimento de várias partes do corpo, alteração do diâmetro dos tubos do corpo, propulsão de materiais e expulsão de resíduos. Porém, além de elemento ativo no movimento, a musculatura assegura a estática do corpo, determina a posição e postura do esqueleto junto aos ossos.
2. Tipos de músculos
A célula muscular está normalmente sob o controle do S.N. Cada músculo possui o seu nervo motor, o qual divide em muitos ramos para poder controlar todas as células do músculo, placa motora. Quando o impulso nervoso passa através do nervo, a placa motora transmite o impulso às células musculares determinando a sua contração; se o impulso para a contração resulta de um ato de vontade ® M. Voluntário ; se o impulso parte de uma porção do S.N. sobre o qual o indivíduo não tem controle, diz-se que é um M. Involuntário
Entretanto, sob diversas condições, as contrações dos mm. voluntários não requerem um propósito consciente, ex.: a pessoa não pensa na contração dos mm. envolvidos na manutenção da posturaErro! Indicador não definido.® S.N. Somático e o M. InvoluntárioErro! Indicador não definido.® S.N. Autônomo.
Portanto, Funcionalmente:
M. Voluntário e M. Involuntário
Histologicamente:
M. Voluntário - estrias transversais ®®M. Estriado
M. InvoluntárioErro! Indicador não definido.® M. Liso
M. Cardíaco - semelhante ao m. estriado,mas com ação involuntária.
Topograficamente:
M. Estriado - são esqueléticos, isto é, estão fixados pelo menos em uma extremidade no esqueleto.
M. Liso - são viscerais, são encontrados nas paredes das vísceras
3. Anatomia microscópica do M. Estriado
- Organização: num músculo, os feixes de fibras não estão agrupados ao acaso, mas organizados em feixes envolvidos por uma membrana externa de tecido conjuntivo, epimísio. Do epimísio partem septos muitos finos que se dirigem para o interior do músculo, dividindo-o em fascículos. Estes septos são chamados de perimísio. Cada fibra muscular é envolvida por uma camada muito delgada de tecido conjuntivo, endomísio.
3. Anatomia Macroscópica dos M. Estriados
Possui uma porção média e extremidades; a porção média é carnosa, vermelha no vivente = ventre muscular, predominam as fibras musculares, sendo a parte ativa do músculo, isto é, a porção contrátil. As extremidades são cilindróides ou em forma de fita - tendões e laminares - aponeuroses, com a função de fixar o músculo ao esqueleto.
Os tendões são esbranquiçados e brilhantes, muito resitentes e praticamente inextensíveis, constituídos de tecido conjuntivo denso, rico em fibras colágenas. (Nem sempre os tendões e as aponeuroses se predem ao esqueleto, podendo se fixar em cartilagens, cápsulas articulares, septos intermusculares, derme, etc.).
Fáscia muscular, é uma lâmina de tecido conjuntivo que envolve cada músculo e funciona como uma autêntica bainha elástica de contenção, para o músculo possa exercer eficientimente seu trabalho de tração; outra função, é permitir o deslizamento do músculos entre si.
5. Origem e Inserção
Por razões didáticas, convencionou-se chamar ORIGEM, extremidade do músculo preso à peça óssea que não se desloca - PONTO FIXO.
INSERÇÃO, extremidade do músculo presa à peça óssea que se desloca - PONTO MÓVEL; leva-se em conta o movimento habitual. Ex.: flexão do antebraço - M. Braquial - origem, face anterior do úmero, inserção, face anterior da ulna; atleta eleva seu corpo numa barra, M. Braquial, a origem e inserção se invertem. (Nos membros, geralmente a origem é proximal e a inserção é distal).
6. Classificação
6.1 Quanto à FORMA do músculo e ARRANJO das fibras
a) Disposição paralela das fibras
- comprimento predomina sobre a largura M. Longo, Ex. M. Sartório.
- convergência das fibras M. Fusiforme, Ex. M. Braquial.
- comprimento proporcional à largura M.Largo, Ex. M.Glúteo Máximo
- convergência das fibras a uma extremidade M. em Leque, Ex. M. Temporal.
b) Disposição oblíqua das fibras, em relação ao eixo de tração (Peniformes)
- se as fibras musculares se prendem numa só margem da linha tendínea® Unipenado, Ex. M. Extensor Longo do Hálux
- se as fibras se prendem nas duas margens da linha tendínea Bipenado, Ex. M. Reto da Coxa, M. Milo-hióideo.
6.2 Quanto à ORIGEM (ou número de tendões de origem)
Quando os músculos se originam por mais de um tendão, diz-se que apresentam mais de uma cabeça de origem
- 2 cabeças Bíceps, Ex. M. Bíceps do Braço
- 3 cabeças Tríceps, Ex. M. Tríceps da Perna
- 4 cabeças Quadríceps, Ex. M. Quadríceps da Coxa.
6.3 Quanto à INSERÇÃO
Os músculos podem se inserir por mais de um tendão,
- 2 tendões Bicaudado, Ex. M. Flexor Curto do Hálux, M. Bíceps Braquial em movimento de elevação do tronco.
- + de 2 tendões Policaudado, Ex. M. Flexor Longo dos Dedos
6.4 Quanto ao VENTRE MUSCULAR
Alguns músculos apresentam mais de um ventre muscular, com tendões intermediários situados entre eles.
- 2 ventres e um tendão intermediário Digástrico, Ex. M. Digástrico
- + de 2 ventres Poligástrico, Ex. M. Reto do Abdome
6.5 Quanto à AÇÃO
Principal ação do músculo resultado da contração muscular: flexores, adutores, abdutores, extensores, etc.
7. Análise Funcional em determinado movimento
- Quando um músculo é o agente principal na execução de um movimento é considerado como AGONISTA.
- Quando um músculo se opõe ao trabalho de um agonista, seja para regular a rapidez ou a potência de ação deste agonista (limita a ação do agonista), é considerado como ANTAGONISTA (termo não ideal, pois eles mais cooperam que se opõem) .
- e músculos que indiretamente auxiliam um movimento, estabilizando uma articulação, prevenindo movimentos indesejados e permitindo que os agonistas atuem eficientimente, SINERGISTAS. As ações dos antagonistas e sinergistas fazem com que os movimentos sejam delicados e precisos.
Ex.:extensão do antebraço - contração do M. tríceps agonista
M. Braquial antagonista, retarda o movimento para que o tríceps não execute bruscamente.
Ex. uma flexão pode ser acompanhada de uma rotação, neste caso, a contração dos sinergistas pode auxiliar os agonistas, opondo-se aos movimentos de rotação não desejados.
- músculos que agem distantes do movimento principal estabilizando outras articulações, FIXADORES OU POSTURAIS.
Sistema Esquelético
1. Introdução
O esqueleto humano é um endoesqueleto, isto é, colocado entre os tecidos moles do corpo; é uma estrutura viva capaz de crescer, adaptar-se e reparar; difere muito do exoesqueleto dos artrópodes, tais como besouros e camarões de água doce; pelo fato do exo não ser uma estrutura viva, esses animais devem desprender sua estrutura esquelética e formar uma nova, maior do aquela se continuam crescendo.
O esqueleto consiste de um conjunto de ossos e cartilagens que se articulam para formar o arcabouço do corpo do animal e desempenhar várias funções; já os ossos são definidos como peças rijas, de número, coloração e forma variáveis e que em conjunto, constituem o esqueleto.
1.1 Desenvolvimento
O esqueleto se desenvolve pela transformação de tecido conjuntivo do embrião em osso;
2. Funções do esqueleto
PROTEÇÃO: protege contra agressões externas; encéfalo na cavidade craniana; medula espinal no canal vertebral; coração e pulmões, na cavidade torácica, etc.
SUSTENTAÇÃO e CONFORMAÇÃO do CORPO: atua como arcabouço do corpo, dando suporte aos tecidos moles e provendo fixação para a maioria dos músculos do corpo.
MOVIMENTO (SISTEMA de ALAVANCAS): pelo fato de muitos mm. estarem fixados ao esqueleto e muitos ossos se relacionarem por articulações móveis, o esqueleto desempenha um papel importante na determinação do tipo e extensão do movimento que o corpo é capaz de fazer. Os ossos transformam as contrações musculares em movimento e também aumentam as forças geradas pelas contrações.
RESERVA de MINERAIS: cálcio, fósforo, sódio e potássio,etc. são armazenados nos ossos do esqueleto; estes minerais podem ser mobilizados e distribuídos pelos vasos sangüíneos para outras regiões segundo as necessidades do organismo. Ex: gestação, uma parte do cálcio utilizado pelo feto é obtido diretamente do esqueleto da mãe.
HEMOPOIESE: formação de células do sangue; após o nascimento, a medula óssea vermelha de certos ossos (esterno, vértebras, costelas, quadril) produzem as células sangüíneas encontradas no sistema circulatório.
3. Divisão do esqueleto
Podemos dividi-lo em duas grandes porções:
AXIAL: ossos relacionados ao longo eixo do corpo; localizados na cabeça, pescoço e tronco:
-cabeça (28 ossos)
- pescoço (hióide=1)
-coluna vertebral (26)
-tórax (costelas e esterno= 25) TOTAL= 80
APENDICULAR: formada por ossos dos membros superiores e inferiores e unindo os dois esqueletos, as cinturas (ou cíngulos ou raízes);
-cintura escapular (4 ossos)
-membros superiores (60)
-cintura pélvica (2)
-membros inferiores (60) TOTAL= 126
esqueleto total= 206 ossos
4. Número de ossos
No indivíduo adulto, o número total de ossos é de 206 , não considerando a patela; todavia alguns fatores podem alterar esse número:
a) Fatores hereditários: do nascimento à senilidade, há uma diminuição do número de ossos; ex.: no feto o osso frontal é constituído por dois ossos, no adulto, um; no feto temos ílio, ísquio e púbis - no adulto, osso do quadril. Além disso, em indivíduos muito idosos, há uma tendência para soldadura de 2 ou + ossos, diminuindo o número (ocorre principalmente com os ossos do crânio -sinostose).
b) Fatores individuais: em alguns indivíduos pode haver persistência da divisão do osso frontal no adulto (sutura metópica) e a presença de ossos extranumerários.
c) Critérios de contagem: os anatomistas utilizam às vezes critérios pessoais para a contagem dos ossos; contam ou não a patela, ossículos da orelha média, etc.
5.Tipos de ossos
Classificação Morfológica:
LONGOS: comprimento excede a largura e espessura; ex.: rádio, ulna, úmero, fêmur, tíbia, fíbula, metatarcarpos, falanges,etc.
característica: possuem um corpo (diáfise) e duas extremidades (epífise), em geral articuladas e um canal medular
ALONGADOS: comprimento excede a largura e espessura, porém não possui canal medular; ex.: costelas e clavícula.
CURTOS: as 3 dimensões são aproximadamente iguais; ex.: ossos do carpo e tarso.
SESAMÓIDES: um tipo de osso curto, alojados nos tendões ou cápsulas articulares Ex: patela
SUPRANUMERÁRIOS: são os que não estão presentes regularmente; em geral, são do tipo curto ou plano, encontrados principalmente nas mãos e pés (incluem-se ossos sesamóides e certas epífises não soldadas - importância médico legal, pelo fato de quando vistas em radiografias serem confundidas com fraturas).
PLANO: comprimento e largura equivalentes, predominando sobre a espessura; possuem duas camadas de osso compacto com uma intermediária de osso esponjoso e medula óssea - não possui canal medular. Ex: esterno, escápula, frontal, parietal, occipital, etc.
IRREGULAR: apresenta morfologia complexa, que não encontra correspondência em formas geométricas conhecidas. Ex: vértebras, osso do quadril, esfenóide, temporal
PNEUMÁTICOS: são aqueles que contém cavidades ou seios revestidos por mucosa e preenchidos por ar; São eles: maxila, frontal, temporal, esfenóide e etmóide.
6. Estrutura dos ossos
SUBSTÂNCIA ÓSSEA:
Compacta - formada por trabéculas ósseas imediatamente aplicadas umas às outras sem cavidades intermediárias.
Esponjosa - formada por lâminas de diferentes orientações, que entram em contato apenas em certos pontos, deixando entre si, um sistema de pequenas cavidades, nas quais acumula-se medula óssea; aspecto de esponja
MEDULA ÓSSEA
Tecido mole, de consistência polposa que se encontra em todas as cavidades da substância óssea, quer seja no canal medular ou na substância esponjosa dos diferentes tipos de ossos. Função: contribuir juntamente com outros órgãos para a formação de elementos figurados do sangue. Apresenta-se vermelha (medula óssea rubra) e amarela (medula óssea flava).
-Medula óssea vermelha: vermelha, ocupa todas as cavidades dos ossos do feto; no adulto, encontra-se no interior do esterno, vértebras, costelas, ossos do quadril e epífises de ossos longos reduzidos.
-Medula óssea amarela: ocupa quase a totalidade das cavidades ósseas do adulto, principalmente no canal medular dos ossos longos. É rica em gordura e perdem sua capacidade de produzir elementos figurados do sangue.
PERIÓSTEO: os ossos são revestidos externamente em toda extensão, exceto nas superfícies articulares, por uma membrana fibrocelular; apresenta coloração esbranquiçada e sua espessura é proporcional as dimensões ósseas; duas camadas: superficial, fibrosa, bastante resistente, por meio do qual os tendões e ligamentos se fixam nos ossos e uma profunda, celular - camada osteogênica, responsável pelo crescimento em espessura do osso.
rticulações
1. Introdução
Pode ser definida como a conexão existente entre quaisquer partes rígidas do esqueleto, quer sejam ossos ou cartilagens.
2. Classificação
Podemos classificar as articulações segundo as estruturas que as compõem
A - Articulações Fibrosas
A1 - Suturas, são as articulações em que as ossos se conectam através de pequena quantidade de tecido fibroso, com pouca mobilidade; são encontrados exclusivamente entre os ossos da cabeça. Segundo suas superfícies de contato, classificam-se:
- Planas: ex. sutura internasal
- Serrátil: ex. sutura sagital
- Escamosa: ex. sutura escamosa
- Esquindilese: ex. sutura esfeno-vomeriana
A2 - Sindesmose, são articulações nas quais os ossos se relacionam à distância, através de tecido conjuntivo fibroso (membrana interóssea), com considerável elasticidade - não permite verdadeiros movimentos. Ex.: articulação tibiofibular distal, articulação rádio-ulnar, etc.
A3 - Gonfose, articulação dento-alveolar, com distribuição de tecido fibroso entre o dente e o respectivo alvéolo; gonphos: prego.
B - Articulações Cartilagíneas
B1 - Sincondrose, articulações em que os ossos se conectam através da cartilagem hialina; podem ser:
- Intra-óssea: essa situação ocorre entre as epífises e a diáfise dos ossos longos, onde a cartilagem epifisária é substituída por osso, na fase adulta.
- Interóssea: envolve dois ossos diferentes, podendo ser temporária (a maioria situada na base do crânio), como a articulação esfeno-occipital ou permanente, como as sincondroses do esterno (articulações esternocostais).
B2 - Sínfise, são articulações semimóveis, onde os ossos se conectam por tecido fibrocartilaginoso. Ex.: sínfise púbica, sínfise intervertebral e sínfise manubrioesternal. (durante o desenvolvimento as duas metades da mandíbula estão unidas por uma sínfise mediana, mas esta articulação torna-se completamente ossificada na idade adulta).
B - Segundo a forma e tipos demovimentos das superfícies articulares; a forma geométrica das superfícies articulares determina a nomenclatura, o tipo e a amplitude de movimentos da articulação sinovial.
B1. Plana; apresenta uma superfície articular plana ou ligeiramente curva, sendo seus movimentos considerados de deslizamento de um osso sobre o outro. (Articulação não axial) Ex.: art. intercárpicas.
B2. Gínglimo; articulações que realizam movimentos de extensão e flexão. (Articulação uniaxial) Ex.: art. úmero-ulnar, art. interfalângica, art. do joelho.
B3. Articulação Trocóide; realiza movimentos de rotação, ao redor do eixo longitudinal do osso (Articulação uniaxial) Ex.: art. rádio-ulnar proximal, art. atlanto-axial mediana.
B4. Articulação Elipsóide (condilar); tem uma superfície articular levemente côncava e outra ligeiramente convexa, apresentando, pelo menos uma delas um formato elíptico ; permite movimentos em dois planos perpendiculares entre si - movimentos de extensão, flexão, abdução e adução, sendo possível a circundução, mas não a rotação axial. (Articulação biaxial, exceção ATM) Ex.: art. radiocárpica, metacarpofalângicas,...
B5. Articulação selar; a superfície articular de cada osso é côncava numa direção e convexa na outra, dese modo se relacionam como duas selas cujas superfícies giram em torno de 90° e se colocam uma contra outra - movimentos de flexão, extensão, abdução, adução e circundação (Articulação biaxial). Ex.: a única selar verdadeira do corpo é a articulação carpometacárpica do polegar
B6. Articulação Esferóide ; são formadas por uma cabeça esférica de um osso contrapondo-se a uma cavidade em forma de taça de outro; realizam movimentos de flexão, extensão, abdução, adução, além de realizar movimentos de rotação medial e lateral (Articulação triaxial). Ex.: há somente duas articulações esferóides no corpo: ombro e quadril.
3. Estrutura das articulações sinoviais
3.1 Formações essenciais
-SUPERFÍCIES ARTICULARES, a forma das superfícies ósseas é extremamente variável, podendo ser planas, esféricas, elipsóides,
- CARTILAGEM ARTICULAR, as superfícies articulares são revestidas por uma camada de cartilagem hialina (exceção ATM ® fibrocartilagem), tecido avascular que se nutre por embebição, com espessura variável, sendo sua superfície lisa , permitindo o deslizamento.
- CÁPSULA ARTICULAR, tecido de natureza fibrosa, que envolve a articulação, inserindo-se pelas suas extremidades aos ossos. A face interna ou articular da cápsula está revestida por uma fina membrana, membrana sinovial.
- MEMBRANA SINOVIAL, tecido conjuntivo frouxo, vascular, que reveste a superfície interna da cápsula e é responsável pela formação do líquido sinovial. A função do líquido é nutrir as cartilagens articulares e permitir sua lubrificação, além de servir como elemento amortecedor.
3.2 Formações não essenciais ou acessórias
- LIGAMENTOS, que como a cápsula são espessamentos de fibras colágenas (tecido conjuntivo denso fibroso) que desempenham papel importante na manutenção da posição dos ossos que se articulam e ao mesmo tempo, que limitam movimentos considerados normais e impedem movimentos em planos indesejáveis. Podem ser intra-articulares e extra-capsulares.
- DISCO ARTICULAR, são feixes de fibrocartilagem que se interpõem às superfícies articulares discordantes, ex.: ATM, esternoclavicular,...
- MENISCO ARTICULAR, são estruturas semilunares de fibrocartilagem que prendem-se pela sua periferia à cápsula articular, permitindo que as superfícies articulares entre em contato somente pela porção central, tornando as superfícies mais concordantes; ex. art. do joelho.
O esqueleto humano é um endoesqueleto, isto é, colocado entre os tecidos moles do corpo; é uma estrutura viva capaz de crescer, adaptar-se e reparar; difere muito do exoesqueleto dos artrópodes, tais como besouros e camarões de água doce; pelo fato do exo não ser uma estrutura viva, esses animais devem desprender sua estrutura esquelética e formar uma nova, maior do aquela se continuam crescendo.
O esqueleto consiste de um conjunto de ossos e cartilagens que se articulam para formar o arcabouço do corpo do animal e desempenhar várias funções; já os ossos são definidos como peças rijas, de número, coloração e forma variáveis e que em conjunto, constituem o esqueleto.
1.1 Desenvolvimento
O esqueleto se desenvolve pela transformação de tecido conjuntivo do embrião em osso;
2. Funções do esqueleto
PROTEÇÃO: protege contra agressões externas; encéfalo na cavidade craniana; medula espinal no canal vertebral; coração e pulmões, na cavidade torácica, etc.
SUSTENTAÇÃO e CONFORMAÇÃO do CORPO: atua como arcabouço do corpo, dando suporte aos tecidos moles e provendo fixação para a maioria dos músculos do corpo.
MOVIMENTO (SISTEMA de ALAVANCAS): pelo fato de muitos mm. estarem fixados ao esqueleto e muitos ossos se relacionarem por articulações móveis, o esqueleto desempenha um papel importante na determinação do tipo e extensão do movimento que o corpo é capaz de fazer. Os ossos transformam as contrações musculares em movimento e também aumentam as forças geradas pelas contrações.
RESERVA de MINERAIS: cálcio, fósforo, sódio e potássio,etc. são armazenados nos ossos do esqueleto; estes minerais podem ser mobilizados e distribuídos pelos vasos sangüíneos para outras regiões segundo as necessidades do organismo. Ex: gestação, uma parte do cálcio utilizado pelo feto é obtido diretamente do esqueleto da mãe.
HEMOPOIESE: formação de células do sangue; após o nascimento, a medula óssea vermelha de certos ossos (esterno, vértebras, costelas, quadril) produzem as células sangüíneas encontradas no sistema circulatório.
3. Divisão do esqueleto
Podemos dividi-lo em duas grandes porções:
AXIAL: ossos relacionados ao longo eixo do corpo; localizados na cabeça, pescoço e tronco:
-cabeça (28 ossos)
- pescoço (hióide=1)
-coluna vertebral (26)
-tórax (costelas e esterno= 25) TOTAL= 80
APENDICULAR: formada por ossos dos membros superiores e inferiores e unindo os dois esqueletos, as cinturas (ou cíngulos ou raízes);
-cintura escapular (4 ossos)
-membros superiores (60)
-cintura pélvica (2)
-membros inferiores (60) TOTAL= 126
esqueleto total= 206 ossos
4. Número de ossos
No indivíduo adulto, o número total de ossos é de 206 , não considerando a patela; todavia alguns fatores podem alterar esse número:
a) Fatores hereditários: do nascimento à senilidade, há uma diminuição do número de ossos; ex.: no feto o osso frontal é constituído por dois ossos, no adulto, um; no feto temos ílio, ísquio e púbis - no adulto, osso do quadril. Além disso, em indivíduos muito idosos, há uma tendência para soldadura de 2 ou + ossos, diminuindo o número (ocorre principalmente com os ossos do crânio -sinostose).
b) Fatores individuais: em alguns indivíduos pode haver persistência da divisão do osso frontal no adulto (sutura metópica) e a presença de ossos extranumerários.
c) Critérios de contagem: os anatomistas utilizam às vezes critérios pessoais para a contagem dos ossos; contam ou não a patela, ossículos da orelha média, etc.
5.Tipos de ossos
Classificação Morfológica:
LONGOS: comprimento excede a largura e espessura; ex.: rádio, ulna, úmero, fêmur, tíbia, fíbula, metatarcarpos, falanges,etc.
característica: possuem um corpo (diáfise) e duas extremidades (epífise), em geral articuladas e um canal medular
ALONGADOS: comprimento excede a largura e espessura, porém não possui canal medular; ex.: costelas e clavícula.
CURTOS: as 3 dimensões são aproximadamente iguais; ex.: ossos do carpo e tarso.
SESAMÓIDES: um tipo de osso curto, alojados nos tendões ou cápsulas articulares Ex: patela
SUPRANUMERÁRIOS: são os que não estão presentes regularmente; em geral, são do tipo curto ou plano, encontrados principalmente nas mãos e pés (incluem-se ossos sesamóides e certas epífises não soldadas - importância médico legal, pelo fato de quando vistas em radiografias serem confundidas com fraturas).
PLANO: comprimento e largura equivalentes, predominando sobre a espessura; possuem duas camadas de osso compacto com uma intermediária de osso esponjoso e medula óssea - não possui canal medular. Ex: esterno, escápula, frontal, parietal, occipital, etc.
IRREGULAR: apresenta morfologia complexa, que não encontra correspondência em formas geométricas conhecidas. Ex: vértebras, osso do quadril, esfenóide, temporal
PNEUMÁTICOS: são aqueles que contém cavidades ou seios revestidos por mucosa e preenchidos por ar; São eles: maxila, frontal, temporal, esfenóide e etmóide.
6. Estrutura dos ossos
SUBSTÂNCIA ÓSSEA:
Compacta - formada por trabéculas ósseas imediatamente aplicadas umas às outras sem cavidades intermediárias.
Esponjosa - formada por lâminas de diferentes orientações, que entram em contato apenas em certos pontos, deixando entre si, um sistema de pequenas cavidades, nas quais acumula-se medula óssea; aspecto de esponja
MEDULA ÓSSEA
Tecido mole, de consistência polposa que se encontra em todas as cavidades da substância óssea, quer seja no canal medular ou na substância esponjosa dos diferentes tipos de ossos. Função: contribuir juntamente com outros órgãos para a formação de elementos figurados do sangue. Apresenta-se vermelha (medula óssea rubra) e amarela (medula óssea flava).
-Medula óssea vermelha: vermelha, ocupa todas as cavidades dos ossos do feto; no adulto, encontra-se no interior do esterno, vértebras, costelas, ossos do quadril e epífises de ossos longos reduzidos.
-Medula óssea amarela: ocupa quase a totalidade das cavidades ósseas do adulto, principalmente no canal medular dos ossos longos. É rica em gordura e perdem sua capacidade de produzir elementos figurados do sangue.
PERIÓSTEO: os ossos são revestidos externamente em toda extensão, exceto nas superfícies articulares, por uma membrana fibrocelular; apresenta coloração esbranquiçada e sua espessura é proporcional as dimensões ósseas; duas camadas: superficial, fibrosa, bastante resistente, por meio do qual os tendões e ligamentos se fixam nos ossos e uma profunda, celular - camada osteogênica, responsável pelo crescimento em espessura do osso.
rticulações
1. Introdução
Pode ser definida como a conexão existente entre quaisquer partes rígidas do esqueleto, quer sejam ossos ou cartilagens.
2. Classificação
Podemos classificar as articulações segundo as estruturas que as compõem
A - Articulações Fibrosas
A1 - Suturas, são as articulações em que as ossos se conectam através de pequena quantidade de tecido fibroso, com pouca mobilidade; são encontrados exclusivamente entre os ossos da cabeça. Segundo suas superfícies de contato, classificam-se:
- Planas: ex. sutura internasal
- Serrátil: ex. sutura sagital
- Escamosa: ex. sutura escamosa
- Esquindilese: ex. sutura esfeno-vomeriana
A2 - Sindesmose, são articulações nas quais os ossos se relacionam à distância, através de tecido conjuntivo fibroso (membrana interóssea), com considerável elasticidade - não permite verdadeiros movimentos. Ex.: articulação tibiofibular distal, articulação rádio-ulnar, etc.
A3 - Gonfose, articulação dento-alveolar, com distribuição de tecido fibroso entre o dente e o respectivo alvéolo; gonphos: prego.
B - Articulações Cartilagíneas
B1 - Sincondrose, articulações em que os ossos se conectam através da cartilagem hialina; podem ser:
- Intra-óssea: essa situação ocorre entre as epífises e a diáfise dos ossos longos, onde a cartilagem epifisária é substituída por osso, na fase adulta.
- Interóssea: envolve dois ossos diferentes, podendo ser temporária (a maioria situada na base do crânio), como a articulação esfeno-occipital ou permanente, como as sincondroses do esterno (articulações esternocostais).
B2 - Sínfise, são articulações semimóveis, onde os ossos se conectam por tecido fibrocartilaginoso. Ex.: sínfise púbica, sínfise intervertebral e sínfise manubrioesternal. (durante o desenvolvimento as duas metades da mandíbula estão unidas por uma sínfise mediana, mas esta articulação torna-se completamente ossificada na idade adulta).
B - Segundo a forma e tipos demovimentos das superfícies articulares; a forma geométrica das superfícies articulares determina a nomenclatura, o tipo e a amplitude de movimentos da articulação sinovial.
B1. Plana; apresenta uma superfície articular plana ou ligeiramente curva, sendo seus movimentos considerados de deslizamento de um osso sobre o outro. (Articulação não axial) Ex.: art. intercárpicas.
B2. Gínglimo; articulações que realizam movimentos de extensão e flexão. (Articulação uniaxial) Ex.: art. úmero-ulnar, art. interfalângica, art. do joelho.
B3. Articulação Trocóide; realiza movimentos de rotação, ao redor do eixo longitudinal do osso (Articulação uniaxial) Ex.: art. rádio-ulnar proximal, art. atlanto-axial mediana.
B4. Articulação Elipsóide (condilar); tem uma superfície articular levemente côncava e outra ligeiramente convexa, apresentando, pelo menos uma delas um formato elíptico ; permite movimentos em dois planos perpendiculares entre si - movimentos de extensão, flexão, abdução e adução, sendo possível a circundução, mas não a rotação axial. (Articulação biaxial, exceção ATM) Ex.: art. radiocárpica, metacarpofalângicas,...
B5. Articulação selar; a superfície articular de cada osso é côncava numa direção e convexa na outra, dese modo se relacionam como duas selas cujas superfícies giram em torno de 90° e se colocam uma contra outra - movimentos de flexão, extensão, abdução, adução e circundação (Articulação biaxial). Ex.: a única selar verdadeira do corpo é a articulação carpometacárpica do polegar
B6. Articulação Esferóide ; são formadas por uma cabeça esférica de um osso contrapondo-se a uma cavidade em forma de taça de outro; realizam movimentos de flexão, extensão, abdução, adução, além de realizar movimentos de rotação medial e lateral (Articulação triaxial). Ex.: há somente duas articulações esferóides no corpo: ombro e quadril.
3. Estrutura das articulações sinoviais
3.1 Formações essenciais
-SUPERFÍCIES ARTICULARES, a forma das superfícies ósseas é extremamente variável, podendo ser planas, esféricas, elipsóides,
- CARTILAGEM ARTICULAR, as superfícies articulares são revestidas por uma camada de cartilagem hialina (exceção ATM ® fibrocartilagem), tecido avascular que se nutre por embebição, com espessura variável, sendo sua superfície lisa , permitindo o deslizamento.
- CÁPSULA ARTICULAR, tecido de natureza fibrosa, que envolve a articulação, inserindo-se pelas suas extremidades aos ossos. A face interna ou articular da cápsula está revestida por uma fina membrana, membrana sinovial.
- MEMBRANA SINOVIAL, tecido conjuntivo frouxo, vascular, que reveste a superfície interna da cápsula e é responsável pela formação do líquido sinovial. A função do líquido é nutrir as cartilagens articulares e permitir sua lubrificação, além de servir como elemento amortecedor.
3.2 Formações não essenciais ou acessórias
- LIGAMENTOS, que como a cápsula são espessamentos de fibras colágenas (tecido conjuntivo denso fibroso) que desempenham papel importante na manutenção da posição dos ossos que se articulam e ao mesmo tempo, que limitam movimentos considerados normais e impedem movimentos em planos indesejáveis. Podem ser intra-articulares e extra-capsulares.
- DISCO ARTICULAR, são feixes de fibrocartilagem que se interpõem às superfícies articulares discordantes, ex.: ATM, esternoclavicular,...
- MENISCO ARTICULAR, são estruturas semilunares de fibrocartilagem que prendem-se pela sua periferia à cápsula articular, permitindo que as superfícies articulares entre em contato somente pela porção central, tornando as superfícies mais concordantes; ex. art. do joelho.
Anatomia Humana
Introdução ao Estudo da Anatomia Humana
Conceito mais amplo - Anatomia é uma ciência que estuda, macro e microscopicamente a constituição e o desenvolvimentodos seres organizados .
Ana - em partes Origem grega
Tomein - cortar
Fatores gerais de variação
Além das variações anatômicas ditas individuais, deve-se acrescentar aquelas decorrentes da idade, sexo, raça, tipo constitucional e da evolução.
Biótipo
Longelíneo - indivíduos magros, em geral altos, com pescoço longo, tórax achatado e membros longos em relação à altura do tronco.
Brevelíneo - indivíduos baixos, pescoço curto, membros curtos,..
Mediolíneos - caracteres intermediários.
Nomenclatura Anatômica
- 20.000 termos anatômicos - hoje, cerca de 5.000
- língua oficial - Latim (língua morta), porém cada país traduz para o seu vernáculo. A nomenclatura procura adotar termos que não sejam apenas sinais para a memória, mas que tragam alguma informação ou descrição sobre a referida estrutura; foram abolidos os epônimos (nomes de pessoas para designar estruturas) e os termos indicam: a forma (M. trapézio); posição ou situação (N. mediano); função (M. levantador da escápula,..)
Divisão do Corpo Humano
Cabeça
Pescoço
Tronco - Tórax
Abdome
Membros - Superior - Cíngulo do membro superior: Ombro
- Parte livre: Braço, Antebraço e Mão
- Inferior - Cíngulo do membro inferior : Quadril
- Parte livre: Coxa, Perna e Pé
osição Anatômica
Indivíduo em posição ereta, com a face voltada para frente, o olhar dirigido para o horizonte, os membros superiores estendidos ao lado do corpo, com as palmas da mãos voltadas para frente, membros inferiores unidos, com as pontas dos pés dirigidas para frente.
Planos de Delimitação
Na posição anatômica, o corpo pode ser delimitado por planos tangentes à sua superfície.
a) 2 planos verticais - Plano Ventral ou Anterior, tangente ao ventre
- Plano Dorsal ou Posterior, tangente ao dorso.
b) 2 planos verticais tangentes aos lados direito e esquerdo do corpo - Planos Laterais Direito e Esquerdo
c) 2 planos horizontais, tangente à cabeça - Plano Cranial ou Superior
tangente à planta dos pés - Plano Podálico ou Inferior;
para o tronco, se analisado isoladamente - Plano Caudal
Planos de Secção
a) Plano Sagital é uma secção longitudinal que divide o corpo ou qualquer parte dele em porções direita e esquerda; se essa secção passar exatamente na linha mediana do corpo, dividindo o corpo em partes iguais, esse plano é chamado de Plano Sagital Mediano; se não for secção mediana é paramediana.
b) Plano Frontal é também uma secção longitudinal paralela aos planos ventral e dorsal, dividindo o corpo em porções anterior e posterior.
c) Plano Transversal é um plano horizontal paralelo aos planos cranial, podálico ou caudal e divide o corpo em porções superior e inferior.
Conceito mais amplo - Anatomia é uma ciência que estuda, macro e microscopicamente a constituição e o desenvolvimentodos seres organizados .
Ana - em partes Origem grega
Tomein - cortar
Fatores gerais de variação
Além das variações anatômicas ditas individuais, deve-se acrescentar aquelas decorrentes da idade, sexo, raça, tipo constitucional e da evolução.
Biótipo
Longelíneo - indivíduos magros, em geral altos, com pescoço longo, tórax achatado e membros longos em relação à altura do tronco.
Brevelíneo - indivíduos baixos, pescoço curto, membros curtos,..
Mediolíneos - caracteres intermediários.
Nomenclatura Anatômica
- 20.000 termos anatômicos - hoje, cerca de 5.000
- língua oficial - Latim (língua morta), porém cada país traduz para o seu vernáculo. A nomenclatura procura adotar termos que não sejam apenas sinais para a memória, mas que tragam alguma informação ou descrição sobre a referida estrutura; foram abolidos os epônimos (nomes de pessoas para designar estruturas) e os termos indicam: a forma (M. trapézio); posição ou situação (N. mediano); função (M. levantador da escápula,..)
Divisão do Corpo Humano
Cabeça
Pescoço
Tronco - Tórax
Abdome
Membros - Superior - Cíngulo do membro superior: Ombro
- Parte livre: Braço, Antebraço e Mão
- Inferior - Cíngulo do membro inferior : Quadril
- Parte livre: Coxa, Perna e Pé
osição Anatômica
Indivíduo em posição ereta, com a face voltada para frente, o olhar dirigido para o horizonte, os membros superiores estendidos ao lado do corpo, com as palmas da mãos voltadas para frente, membros inferiores unidos, com as pontas dos pés dirigidas para frente.
Planos de Delimitação
Na posição anatômica, o corpo pode ser delimitado por planos tangentes à sua superfície.
a) 2 planos verticais - Plano Ventral ou Anterior, tangente ao ventre
- Plano Dorsal ou Posterior, tangente ao dorso.
b) 2 planos verticais tangentes aos lados direito e esquerdo do corpo - Planos Laterais Direito e Esquerdo
c) 2 planos horizontais, tangente à cabeça - Plano Cranial ou Superior
tangente à planta dos pés - Plano Podálico ou Inferior;
para o tronco, se analisado isoladamente - Plano Caudal
Planos de Secção
a) Plano Sagital é uma secção longitudinal que divide o corpo ou qualquer parte dele em porções direita e esquerda; se essa secção passar exatamente na linha mediana do corpo, dividindo o corpo em partes iguais, esse plano é chamado de Plano Sagital Mediano; se não for secção mediana é paramediana.
b) Plano Frontal é também uma secção longitudinal paralela aos planos ventral e dorsal, dividindo o corpo em porções anterior e posterior.
c) Plano Transversal é um plano horizontal paralelo aos planos cranial, podálico ou caudal e divide o corpo em porções superior e inferior.
Assinar:
Postagens (Atom)
