CURSO DEA - Desfibrilador Externo Automático.
27 de Agosto de 2011 - 08h00 às 13h00
O Curso do DEA está de acordo com a Lei Municipal 13.945, NBR 14.608 da ABNT, e as Diretrizes da American Heart Association.
Manobras Atuais de Ressuscitação e Uso Adequado do DEA - Diretrizes RCP- 2010
01- Introdução - Normas Gerais do Curso
02- Aspectos Legais do Atendimento Pré-Hospitalar
03- Avaliação de Vítimas
04- Biossegurança e Avaliação da Cena de Emergência
05- Acidente Vascular Encefálico (AVE) (Derrame)
06- Infarto Agudo do Miocárdio
07- Dor Torácica Súbita (I.A.M) Angina Pectoris
08- Perda Súbita de Consciência (Desmaios)
09- Conceito de RCP / CAB
10- Técnicas de Reanimação Cardiopulmonar
11- Desobstrução de Vias Aéreas para Vítimas de Acordo com as Diretrizes American Heart Association
12- Emprego de DEA - Desfibrilador Externo Automático
13- Utilização de Manequins para RCP
14- Equipamentos de Proteção Individual para Reanimação
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Investimento: R$ 70,00
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Programação: 40% Teórico / 60% Prático
Público Alvo: Estudantes e Profissionais da Área da Saúde, Policiais, Atletas, Técnicos de Segurança do Trabalho, Bombeiro Civil, etc.
Fornecemos: Certificado e Carteira do DEA Trainee.
Dispomos para prática - KED, Manequins, Prancha, Colar Cervical, D.E.A.
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PHRONESIS SAÚDE
Rua Aureliano Coutinho, 149 - 2º Andar - Metrô Santa Cecília
Tel.: (11) 3825-4037
Site: www.phronesissaude.com
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
Curso prático de APH, 20 Horas/ São Paulo//SETEMBRO
Curso prático de APH, 20 Horas/ São Paulo//SETEMBRO
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DIA 10 de Setembro de 2011.
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20 horas, sendo 10 horas presencial(90% prático)
Sabado. Inicio 8:00 horas
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FORNECEMOS : Certificado e carteira de socorrista.
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Procedimentos de resgate com uso do DEA.
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Fornecemos Material para prática com o aluno, tais como: Manequins p/ R.C.P, ambu, colar cervical, ked, pranchas, desfibrilador(DEA)...
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INFORMAÇÕES: Coord. Célio Gouveia: (011) 8011-2330 oi - 8794-0565 tim
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Entrem na comunidade p/ saber sobre os cursos e cronograma.
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=95216821
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http://grp-grupoderesgatepaulista.blogspot.com
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Local: PHRÓNESIS SAÚDE- Rua Aureliano Coutinho, 149- 2° andar- Metrô Santa Cecilia
Prox. da SANTA CASA de São Paulo.
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MATRICULAS: (011) 3825-4037
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-----------------------------VAGAS LIMITADAS--------------------------
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VALOR- R$ 100,00 a vista ou em 2x
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DIA 10 de Setembro de 2011.
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20 horas, sendo 10 horas presencial(90% prático)
Sabado. Inicio 8:00 horas
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FORNECEMOS : Certificado e carteira de socorrista.
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Procedimentos de resgate com uso do DEA.
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Fornecemos Material para prática com o aluno, tais como: Manequins p/ R.C.P, ambu, colar cervical, ked, pranchas, desfibrilador(DEA)...
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INFORMAÇÕES: Coord. Célio Gouveia: (011) 8011-2330 oi - 8794-0565 tim
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Entrem na comunidade p/ saber sobre os cursos e cronograma.
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=95216821
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http://grp-grupoderesgatepaulista.blogspot.com
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Local: PHRÓNESIS SAÚDE- Rua Aureliano Coutinho, 149- 2° andar- Metrô Santa Cecilia
Prox. da SANTA CASA de São Paulo.
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MATRICULAS: (011) 3825-4037
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-----------------------------VAGAS LIMITADAS--------------------------
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VALOR- R$ 100,00 a vista ou em 2x
Publicada em 22 de março, a Resolução N.º 375 do Cofen (Conselho Federal de Enfermagem) estabeleceu parâmetros até então não praticados pelos serviços
Publicada em 22 de março, a Resolução N.º 375 do Cofen (Conselho Federal de Enfermagem) estabeleceu parâmetros até então não praticados pelos serviços pré-hospitalares brasileiros e vem despertando dúvidas entre os profissionais. O texto traz itens conflitantes com as normas que regulam o sistema de urgência e emergência no Brasil.
A nova resolução prevê que a assistência de Enfermagem seja prestada somente pelo Enfermeiro e que técnicos e auxiliares de Enfermagem atuem apenas sob a supervisão direta do Enfermeiro. Por sua vez, a Portaria 2048/2002, do Ministério da Saúde, prevê que tal supervisão também pode se dar à distância.
O texto do Cofen também não reconhece a participação do condutor socorrista no atendimento, embora o Ministério da Saúde indique entre suas atribuições o "auxílio à equipe de saúde nos gestos básicos de suporte à vida".
Na prática, a Resolução N.º 375 conflita com o modelo atual de serviços públicos e privados de APH. Na Rede SAMU, por exemplo, das 1.691 ambulâncias em uso, 1.326 são do modelo básico e, assim, têm entre seus tripulantes apenas um técnico ou auxiliar de Enfermagem (que atua sob supervisão à distância do Enfermeiro) e um condutor (que também participa da assistência ao paciente).
A nova resolução prevê que a assistência de Enfermagem seja prestada somente pelo Enfermeiro e que técnicos e auxiliares de Enfermagem atuem apenas sob a supervisão direta do Enfermeiro. Por sua vez, a Portaria 2048/2002, do Ministério da Saúde, prevê que tal supervisão também pode se dar à distância.
O texto do Cofen também não reconhece a participação do condutor socorrista no atendimento, embora o Ministério da Saúde indique entre suas atribuições o "auxílio à equipe de saúde nos gestos básicos de suporte à vida".
Na prática, a Resolução N.º 375 conflita com o modelo atual de serviços públicos e privados de APH. Na Rede SAMU, por exemplo, das 1.691 ambulâncias em uso, 1.326 são do modelo básico e, assim, têm entre seus tripulantes apenas um técnico ou auxiliar de Enfermagem (que atua sob supervisão à distância do Enfermeiro) e um condutor (que também participa da assistência ao paciente).
A Câmara analisa o Projeto de Lei 854/11, do deputado Jonas Donizette (PSB-SP), que torna obrigatória a presença de profissional de saúde nas escolas
A Câmara analisa o Projeto de Lei 854/11, do deputado Jonas Donizette (PSB-SP), que torna obrigatória a presença de profissional de saúde nas escolas públicas e privadas. O profissional deve ser habilitado a prestar primeiros socorros, inclusive a alunos que exijam cuidados especiais em virtude de doenças como diabetes, epilepsia, asma, alergias, hemofilia, insuficiência renal e cardíaca.
As instituições que descumprirem a norma ficarão sujeitas a multas de R$ 20 mil a 90 mil. A proposta prevê que o poder público poderá alocar servidores dos quadros de seus órgãos de saúde.
Donizette argumenta que as crianças portadoras das doenças citadas no projeto têm necessidade de cuidados diários. Ele acrescenta que mesmo os alunos saudáveis têm esse direito. "As escolas têm responsabilidade sobre a criança enquanto ela está entregue à sua guarda", aponta.
Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania...
As instituições que descumprirem a norma ficarão sujeitas a multas de R$ 20 mil a 90 mil. A proposta prevê que o poder público poderá alocar servidores dos quadros de seus órgãos de saúde.
Donizette argumenta que as crianças portadoras das doenças citadas no projeto têm necessidade de cuidados diários. Ele acrescenta que mesmo os alunos saudáveis têm esse direito. "As escolas têm responsabilidade sobre a criança enquanto ela está entregue à sua guarda", aponta.
Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania...
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Em 30 anos, Brasil será um país "adulto e maduro", diz presidente do IBGE
Por Agência Brasil, Agência Brasil, Atualizado: 27/9/2010 16:04
Em 30 anos, Brasil será um país "adulto e maduro", diz presidente do IBGE
Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro- A redução da taxa de fecundidade para 1,94 filho por mulher; o envelhecimento da população, cuja expectativa de vida atualmente é de 73,1 anos; e a imigração de estrangeiros para o Brasil na última década podem fazer com que, em trinta anos, a população brasileira deixe de ser jovem e passe a ser considerada madura. A previsão é do presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eduardo Pereira Nunes, que apresentou hoje (27) dados preliminares do Censo 2010.
"Mantidas as condições atuais de fecundidade, de mortalidade e de movimento migratório [estrangeiros vindo morar no Brasil e de brasileiros saindo do país], o Brasil será um país adulto e maduro em 2040, quando a proporção da população envelhecida será muito elevada".
Embora o Brasil seja um país jovem, o Censo 2010 está mostrando que, nos últimos dez anos, o topo da pirâmide etária está se alargando. Entre 2000 e 2010 diminui de 65% para 58% o percentual de pessoas com até 34 anos. Entre os mais novos (com até 4 anos de idade) o índice caiu de 9,64% para 7,17%. Já no segmento dos mais velhos, brasileiros com 100 anos ou mais, o percentual não variou (0,01%), mas em números absolutos, a população idosa passou de 14 mil para 17 mil pessoas. "O Censo entrevistou 153 milhões de brasileiros. Faltam cerca de 40 milhões e já temos 17 mil com mais de 100 anos. Certamente, muitos mais serão identificadas com 95 anos ou mais", disse o presidente do IBGE.
Ainda não é possível afirmar quais os fatores que estão permitindo a essas pessoas viver mais. Porém, segundo Pereira Nunes, há indicativos de que estejam ligados à urbanização das cidades e ao "impacto do avanço da medicina", com destaque para as campanhas de vacinação infantil adotadas no país desde a década de 1960.
De acordo com o IBGE, cerca de 80% da população brasileira foram recenseadas desde 1º de agosto. O IBGE já somou, até agora, 153 milhões de pessoas, número que deve chegar a 192 milhões no final do processo. Foram visitados 57 milhões dos 58 milhões de domicílios no país.
O processo é mais lento na Região Norte, onde são grandes as distâncias e o trabalho de recenseamento da população indígena é mais trabalhoso. No Nordeste, o IBGE relata problemas com a estiagem, que dificulta o deslocamento dos pesquisadores que dependem da navegação fluvial. Na Paraíba e no Tocantins, por outro lado, a pesquisa deve terminar antes do prazo final, 31 de outubro.
Ainda segundo balanço divulgado nesta segunda-feira, cerca de 25 mil pessoas optaram por responder a pesquisa pela internet em vez de esperar a visita de um profissional do IBGE. O instituto também informou que voltará a pelo menos 600 mil domicílios para checar os dados apurados.
Edição: Vinicius Doria
Agência Brasil - Todos os direitos reservados.
Em 30 anos, Brasil será um país "adulto e maduro", diz presidente do IBGE
Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro- A redução da taxa de fecundidade para 1,94 filho por mulher; o envelhecimento da população, cuja expectativa de vida atualmente é de 73,1 anos; e a imigração de estrangeiros para o Brasil na última década podem fazer com que, em trinta anos, a população brasileira deixe de ser jovem e passe a ser considerada madura. A previsão é do presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eduardo Pereira Nunes, que apresentou hoje (27) dados preliminares do Censo 2010.
"Mantidas as condições atuais de fecundidade, de mortalidade e de movimento migratório [estrangeiros vindo morar no Brasil e de brasileiros saindo do país], o Brasil será um país adulto e maduro em 2040, quando a proporção da população envelhecida será muito elevada".
Embora o Brasil seja um país jovem, o Censo 2010 está mostrando que, nos últimos dez anos, o topo da pirâmide etária está se alargando. Entre 2000 e 2010 diminui de 65% para 58% o percentual de pessoas com até 34 anos. Entre os mais novos (com até 4 anos de idade) o índice caiu de 9,64% para 7,17%. Já no segmento dos mais velhos, brasileiros com 100 anos ou mais, o percentual não variou (0,01%), mas em números absolutos, a população idosa passou de 14 mil para 17 mil pessoas. "O Censo entrevistou 153 milhões de brasileiros. Faltam cerca de 40 milhões e já temos 17 mil com mais de 100 anos. Certamente, muitos mais serão identificadas com 95 anos ou mais", disse o presidente do IBGE.
Ainda não é possível afirmar quais os fatores que estão permitindo a essas pessoas viver mais. Porém, segundo Pereira Nunes, há indicativos de que estejam ligados à urbanização das cidades e ao "impacto do avanço da medicina", com destaque para as campanhas de vacinação infantil adotadas no país desde a década de 1960.
De acordo com o IBGE, cerca de 80% da população brasileira foram recenseadas desde 1º de agosto. O IBGE já somou, até agora, 153 milhões de pessoas, número que deve chegar a 192 milhões no final do processo. Foram visitados 57 milhões dos 58 milhões de domicílios no país.
O processo é mais lento na Região Norte, onde são grandes as distâncias e o trabalho de recenseamento da população indígena é mais trabalhoso. No Nordeste, o IBGE relata problemas com a estiagem, que dificulta o deslocamento dos pesquisadores que dependem da navegação fluvial. Na Paraíba e no Tocantins, por outro lado, a pesquisa deve terminar antes do prazo final, 31 de outubro.
Ainda segundo balanço divulgado nesta segunda-feira, cerca de 25 mil pessoas optaram por responder a pesquisa pela internet em vez de esperar a visita de um profissional do IBGE. O instituto também informou que voltará a pelo menos 600 mil domicílios para checar os dados apurados.
Edição: Vinicius Doria
Agência Brasil - Todos os direitos reservados.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Alterações no protocolo de atendimento RCP
Alterações no protocolo de atendimento RCP
Novos estudos constatam que a taxa de sobrevivência é três vezes maior em pessoas submetidas apenas a compressão torácica.
Compressão torácica é o procedimento mais adequado
São Paulo/SP - Novos estudos constatam que a taxa de sobrevivência é três vezes maior em pessoas submetidas apenas a compressão torácica. Tema será discutido no Simpósio de Emergências Cardiovasculares, em São Paulo, nos dias 30 e 31 de outubro.
O que era considerado um aliado no atendimento de emergência em caso de parada cardíaca, agora é visto como prejudicial. Estudos realizados nos Estados Unidos revelam que a massagem cardíaca sozinha é mais eficaz do que quando aliada à respiração boca a boca. E os cardiologistas vão além, a ressuscitação cardiopulmonar (RCP) atrapalha, principalmente nos dez primeiros minutos do atendimento.
Essa mudança de conduta faz parte das novas diretrizes da ILCOR (Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação), que passam a valer em 2010, no mundo todo. “Esses protocolos de atendimento são atualizados a cada cinco anos. Durante o Simpósio de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação vamos antecipar esse novo consenso internacional em emergência e ressuscitação. Todo o programa científico é baseado no detalhamento destas modificações”, revela Sérgio Timerman, presidente do evento e cardiologista da SOCESP.
O cardiologista explica que a compressão torácica deve ser realizada sem interrupções, principalmente nos dez primeiros minutos no processo de ressuscitação. “Quando a respiração boca a boca é adotada, automaticamente a massagem cardíaca é interrompida, já que o os dois procedimentos são intercalados”, explica Timerman.
Dois estudos realizados nos Estado Unidos corroboraram para o novo conceito. O primeiro, no Arizona, mostra que o índice de sobrevivência com alta hospitalar quando utilizado o método de ressuscitação com auxílio da respiração boca a boca foi de 9% e aumentou para 25% quando apenas a massagem cardíaca foi adotada. O segundo levantamento, feito em Kansas, Missouri, o percentual de sobrevivência saltou de 15% para 52%, quando a ventilação não foi usada. “A taxa de sobrevivência é, em média, três vezes maior nos pacientes submetidos a apenas a compressão torácica. Não há dúvidas que as novas diretrizes vão ajudar a salvar mais vidas”.
O Simpósio de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação - Antecipando as diretrizes 2010, promovido pela Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo – SOCESP, deve reunir mais de 500 profissionais de saúde, entre médicos, socorristas e enfermeiros. “95% das pessoas que sofrem um ataque cardíaco repentino morrem antes de chegar ao hospital. Para reverter esse número, é preciso treinamento e atualização constante dos profissionais de saúde. Por isso a importância do evento”, conclui Sérgio Timerman.
Novos estudos constatam que a taxa de sobrevivência é três vezes maior em pessoas submetidas apenas a compressão torácica.
Compressão torácica é o procedimento mais adequado
São Paulo/SP - Novos estudos constatam que a taxa de sobrevivência é três vezes maior em pessoas submetidas apenas a compressão torácica. Tema será discutido no Simpósio de Emergências Cardiovasculares, em São Paulo, nos dias 30 e 31 de outubro.
O que era considerado um aliado no atendimento de emergência em caso de parada cardíaca, agora é visto como prejudicial. Estudos realizados nos Estados Unidos revelam que a massagem cardíaca sozinha é mais eficaz do que quando aliada à respiração boca a boca. E os cardiologistas vão além, a ressuscitação cardiopulmonar (RCP) atrapalha, principalmente nos dez primeiros minutos do atendimento.
Essa mudança de conduta faz parte das novas diretrizes da ILCOR (Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação), que passam a valer em 2010, no mundo todo. “Esses protocolos de atendimento são atualizados a cada cinco anos. Durante o Simpósio de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação vamos antecipar esse novo consenso internacional em emergência e ressuscitação. Todo o programa científico é baseado no detalhamento destas modificações”, revela Sérgio Timerman, presidente do evento e cardiologista da SOCESP.
O cardiologista explica que a compressão torácica deve ser realizada sem interrupções, principalmente nos dez primeiros minutos no processo de ressuscitação. “Quando a respiração boca a boca é adotada, automaticamente a massagem cardíaca é interrompida, já que o os dois procedimentos são intercalados”, explica Timerman.
Dois estudos realizados nos Estado Unidos corroboraram para o novo conceito. O primeiro, no Arizona, mostra que o índice de sobrevivência com alta hospitalar quando utilizado o método de ressuscitação com auxílio da respiração boca a boca foi de 9% e aumentou para 25% quando apenas a massagem cardíaca foi adotada. O segundo levantamento, feito em Kansas, Missouri, o percentual de sobrevivência saltou de 15% para 52%, quando a ventilação não foi usada. “A taxa de sobrevivência é, em média, três vezes maior nos pacientes submetidos a apenas a compressão torácica. Não há dúvidas que as novas diretrizes vão ajudar a salvar mais vidas”.
O Simpósio de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação - Antecipando as diretrizes 2010, promovido pela Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo – SOCESP, deve reunir mais de 500 profissionais de saúde, entre médicos, socorristas e enfermeiros. “95% das pessoas que sofrem um ataque cardíaco repentino morrem antes de chegar ao hospital. Para reverter esse número, é preciso treinamento e atualização constante dos profissionais de saúde. Por isso a importância do evento”, conclui Sérgio Timerman.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
ALTERAÇÕES DO CRESCIMENTO CELULAR
ALTERAÇÕES DO CRESCIMENTO CELULAR
1 . ATROFIA: Atrofia é a redução no volume e na função de uma célula ou órgão. É resultante da resposta adaptativa de célula ao estresse persistente, que leva à redução de suas funções , com redução das nescessidades energéticas e conseqüente diminuição do volume. O estresse pode ser causado por insuficiência vasdcular, inflamação crônica ou desuso. Uma vez restaurada a normalidade, as células atróficas podem reassumir suas funções normais e retornar ao volume inicial.
Tipos de atrofia :Atrofia por desuso ou redução do trabalho ( imobilização de um membro por fratura óssea, por paralisia devida á falta de inervação ou por repouso prolongado no leito, determina atrofia muscular) , Atrofia por diminuição do suplemento sanguíneo ( isquemia parcial, devida a obstrução parcial de uma artéria), Atrofia fisiológica (Involução que se observa com estruturas e tecidos durante a vida e que devem desaparecer por ex. arcos branquiais ), Atrofia por insuficiência de nutrientes ( inanição) e Atrofia por compressão ( compressão de certos órgãos devido a coleções líquidas ou por outras estruturas).
2 . HIPERTROFIA: Hipertrofia é o aumento do volume das células de um órgão, o quem conduz consequentemente a aumento do volume do órgão como um todo. O aumento do volume do órgão é resultante do aumento da síntese protéica, com maior produção de componentes estruturais. Tipos de hipertrofia: Hipertrofia fisiológica ( p.ex., hipertrofia das células musculares de atletas e trabalhadores braçais, por aumento da exigência de trabalho) e Hipertrofia patológica (p.ex. bexiga pode sofrer hipertrofia por aumento de exigência de trabalho de sua musculatura lisa frente à hiperplasia da próstata)..
3. HIPERPLASIA: Hiperplasia é o aumento do número de células em um órgão, em consequência do aumento do número de divisões celulares com manutenção do seu padrão morfofuncional. Para ocorrer a hiperplasia, é nescessário um fluxo sanguíneo adequado e integridade da inervação e da estrutura morfofuncional das células. Alguns estímulos fisiológicos podem provocar hiperplasia como aparecem no decurso de uma reação inflamatória, de processos regenerativos, estímulos hormonais, estímulos de trabalho. A hiperplasia pode ocorrer por solicitação funcional exagerada ou aumento da atividade hormonal. Tipos de hiperplasia: Hiperplasia fisiológica ( or ex. aumento das mamas e do útero durante puberdade e gravidez) e Hiperplasia patológica .
4. METAPLASIA:Metaplasia é a transformação de um tipo de tecido totalmente e diferenciado para um outro tipo de tecido igualmente adulto e diferenciado. A metaplasia é reversível quando cessado o estímulo que a provocou. Tipos de metaplasia: Metaplasia do tipo epitelial que ocorre geralmente após irritação crônica por ex. transformação do ep.respiratório em pavimentoso estratificado por inalação de agentes irritantes e a Metaplasia mesenquimal cartilaginosa observada em cicatrizes, cápsula sinovial e pseudo-artroses e a Hiperplasia mesenquimal óssea que é observada em qualquer tecido ósseo onde haja depósito de cálcio ou sobre qualquer cartilagem.
5. DISPLASIA: Displasia é a organização anormal ou uma diferenciação desordernada de células ou tecido presente em um órgão. Lesão na qual parte da espessura do epitélio é substituída por células com graus variados de atipia. Considerada uma lesão pré-cancerosa. Manifesta-se por crescimento desordenado, variações (atípias) de forma, tamanho e orientação( polaridade). Muito freqüentes no colo do útero. Podem ser divididas em leve, moderada ou grave de acordo com o grau de atipia.O termo NIC (neoplasia intra-epitelial cervical) é usado para avaliação e tratamento de displasias do cervix uterino. Desta forma, poderemos ter NIC I, NIC II e NIC III.NIC I corresponde a displasia leve onde ocorre discerta alteração no terço superior do epitélio pavimentoso estratificado; NIC II ou carcinoma in situ corresponde a uma displasia moderara onde ocorre moderada alteração nos dois terços superiores do epitélio e NIC III corresponde a displasia severa onde ocorre alteração das 3 camadas do epitélio.
6. ANAPLASIA: Alteração irreversível da célula.Assume um crescimento desordenado, autônomo, com alterações de forma, tamanho, cromofilia, capacidade de multiplicação e invasão ( alterações das propriedades biológicas) e sem utilidade funcional para o organismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASILEIRO FILHO,G. BOGLIOLO Patologia geral, 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2006 .
KUMAR,V., COTRAN,R.S & ROBBINS,S.L. Patologia Básica. 5ªed. Rio de Janeiro:Ed.Guanabara Koogan, 2008
MONTENEGRO,M.R. PATOLOGIA Processos Gerais. 4 ed. Ed. Atheneu, São Paulo,2003 oogan,1998.
ROBBINS & COTRAN – Patologia: Bases Patológicas das Doenças, 7ª. Ed.Rio de Janeiro:Ed.Elsevier,2005.
INTERNET
Disponível em:
http://biblioteca.universia.net/html_bura/verColeccion/params/id/721.html
http;//www.webmd.com
http://www.bireme.br
1 . ATROFIA: Atrofia é a redução no volume e na função de uma célula ou órgão. É resultante da resposta adaptativa de célula ao estresse persistente, que leva à redução de suas funções , com redução das nescessidades energéticas e conseqüente diminuição do volume. O estresse pode ser causado por insuficiência vasdcular, inflamação crônica ou desuso. Uma vez restaurada a normalidade, as células atróficas podem reassumir suas funções normais e retornar ao volume inicial.
Tipos de atrofia :Atrofia por desuso ou redução do trabalho ( imobilização de um membro por fratura óssea, por paralisia devida á falta de inervação ou por repouso prolongado no leito, determina atrofia muscular) , Atrofia por diminuição do suplemento sanguíneo ( isquemia parcial, devida a obstrução parcial de uma artéria), Atrofia fisiológica (Involução que se observa com estruturas e tecidos durante a vida e que devem desaparecer por ex. arcos branquiais ), Atrofia por insuficiência de nutrientes ( inanição) e Atrofia por compressão ( compressão de certos órgãos devido a coleções líquidas ou por outras estruturas).
2 . HIPERTROFIA: Hipertrofia é o aumento do volume das células de um órgão, o quem conduz consequentemente a aumento do volume do órgão como um todo. O aumento do volume do órgão é resultante do aumento da síntese protéica, com maior produção de componentes estruturais. Tipos de hipertrofia: Hipertrofia fisiológica ( p.ex., hipertrofia das células musculares de atletas e trabalhadores braçais, por aumento da exigência de trabalho) e Hipertrofia patológica (p.ex. bexiga pode sofrer hipertrofia por aumento de exigência de trabalho de sua musculatura lisa frente à hiperplasia da próstata)..
3. HIPERPLASIA: Hiperplasia é o aumento do número de células em um órgão, em consequência do aumento do número de divisões celulares com manutenção do seu padrão morfofuncional. Para ocorrer a hiperplasia, é nescessário um fluxo sanguíneo adequado e integridade da inervação e da estrutura morfofuncional das células. Alguns estímulos fisiológicos podem provocar hiperplasia como aparecem no decurso de uma reação inflamatória, de processos regenerativos, estímulos hormonais, estímulos de trabalho. A hiperplasia pode ocorrer por solicitação funcional exagerada ou aumento da atividade hormonal. Tipos de hiperplasia: Hiperplasia fisiológica ( or ex. aumento das mamas e do útero durante puberdade e gravidez) e Hiperplasia patológica .
4. METAPLASIA:Metaplasia é a transformação de um tipo de tecido totalmente e diferenciado para um outro tipo de tecido igualmente adulto e diferenciado. A metaplasia é reversível quando cessado o estímulo que a provocou. Tipos de metaplasia: Metaplasia do tipo epitelial que ocorre geralmente após irritação crônica por ex. transformação do ep.respiratório em pavimentoso estratificado por inalação de agentes irritantes e a Metaplasia mesenquimal cartilaginosa observada em cicatrizes, cápsula sinovial e pseudo-artroses e a Hiperplasia mesenquimal óssea que é observada em qualquer tecido ósseo onde haja depósito de cálcio ou sobre qualquer cartilagem.
5. DISPLASIA: Displasia é a organização anormal ou uma diferenciação desordernada de células ou tecido presente em um órgão. Lesão na qual parte da espessura do epitélio é substituída por células com graus variados de atipia. Considerada uma lesão pré-cancerosa. Manifesta-se por crescimento desordenado, variações (atípias) de forma, tamanho e orientação( polaridade). Muito freqüentes no colo do útero. Podem ser divididas em leve, moderada ou grave de acordo com o grau de atipia.O termo NIC (neoplasia intra-epitelial cervical) é usado para avaliação e tratamento de displasias do cervix uterino. Desta forma, poderemos ter NIC I, NIC II e NIC III.NIC I corresponde a displasia leve onde ocorre discerta alteração no terço superior do epitélio pavimentoso estratificado; NIC II ou carcinoma in situ corresponde a uma displasia moderara onde ocorre moderada alteração nos dois terços superiores do epitélio e NIC III corresponde a displasia severa onde ocorre alteração das 3 camadas do epitélio.
6. ANAPLASIA: Alteração irreversível da célula.Assume um crescimento desordenado, autônomo, com alterações de forma, tamanho, cromofilia, capacidade de multiplicação e invasão ( alterações das propriedades biológicas) e sem utilidade funcional para o organismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASILEIRO FILHO,G. BOGLIOLO Patologia geral, 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2006 .
KUMAR,V., COTRAN,R.S & ROBBINS,S.L. Patologia Básica. 5ªed. Rio de Janeiro:Ed.Guanabara Koogan, 2008
MONTENEGRO,M.R. PATOLOGIA Processos Gerais. 4 ed. Ed. Atheneu, São Paulo,2003 oogan,1998.
ROBBINS & COTRAN – Patologia: Bases Patológicas das Doenças, 7ª. Ed.Rio de Janeiro:Ed.Elsevier,2005.
INTERNET
Disponível em:
http://biblioteca.universia.net/html_bura/verColeccion/params/id/721.html
http;//www.webmd.com
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